que bela questão nos coloca. Da mesma forma que me parece que o meu caro teve a sorte de esbarrar com essa deusa electrónica, parece-me que à sua Afrodite também lhe saíu a sorte grande. E porquê? Porque não há nada que dê mais tesão do que um macho que se deixa percorrer sem que a sua condição de macho seja colocada em causa. Aliás, só uma masculinidade bem resolvida permite uma exploração da sexualidade individual e conjunta com a simplicidade que aqui me coloca.
E para os que aí virão de credo na boca e mão em riste pronta a socar esta argumentação, poupem-se. Neste palácio não entram traças nem o verdete do bolor. A novidade aceita-se e deseja-se. O desejo não tem género, preconceito ou identidade sexual. Só o corpo sabe aquilo que gosta. A cabeça só complica.
Como tal meu caro, e respondendo à sua questão, julgo que sim. Passou à divisão de honra com magna cum laude, distinção máxima dada apenas aos que sabem o que são e não se deixam intimidar com apriorismos e machismos de trazer por casa.
De G a 22 de Março de 2007 às 00:11
Carissima,
Passar à divisão de honra era descer da 1ª para a 2ª divisão... mas a resposta foi clara.
De resto, concordo em absoluto.
De Mizé a 22 de Março de 2007 às 13:36
Caro Subdito identificado,
Só alguém muito bem resolvido consegue esse dois em um: usufruir e partilhar. Foi o que fez com essa magnífica missiva.
Beijo e Vénias
De cElso Raposa a 22 de Março de 2007 às 14:45
Não que mereça resposta mas há mais Marias na terra.
De Súbdito devidamente identificado a 22 de Março de 2007 às 14:29
Sexo, mal ou bem, toda a gente sabe fazer.
É nos pormenores que, por vezes, se encontra aquilo que faz a diferença.
Haja espírito aberto, confiança e uma rabo lavadinho...
Luna: obrigado pela parte que me toca. A Deusa ajudou tudo.
Curiosa: um pouco mais pode ser tudo.
Carlota J.: Foi um prazer? Pois foi, foi.
Mizé: usufruí e partilhei mas não foi apenas com a missiva. That's what is all about.
De Lolita a 22 de Março de 2007 às 15:26
Cara Sissi,
Há já algum tempo visito o Seu blog com curiosidade e interesse...
Hoje (nem sei bem porquê)apetece-me "participar"...
Partilho com V. Alteza e estimados Súbditos, que pratico a "tal iguaria" com o meu macho e, embora constate o prazer de que ele usufrui, também verifico que se sente constrangido ao demonstrar esse mesmo prazer.
Devo concluir que afinal ele não é "completamente bem
resolvido"?!...
Cumprimentos
De
River a 22 de Março de 2007 às 15:36
Jurei a mim mesma que ignorava de vez este "camelo" do Nelson Anjos, mas irra que é chato!
Só não lhe disse antes para chamar cadelinha à sua mãe porque a senhora nem terá culpa da besta que você é! Mas já percebi que só entende a sua própria linguagem, a da ofensa pessoal! A mais covarde!
A Sissi não precisa que ninguém concorde com ela!
Você não tem nada a ver com isso, mas eu e ela somos amigas pessoais! Ouviu?!!!
Não me limito a entrar em comentários para destabilizar e dizer mal, como você faz!
Se concordo, assumo-o, tal como noutros espaços em que discordo e igualmente o manifesto!
Agora, por favor esqueça-me!
Vá à sua vidainha, vá, vá!
Se este blog é tão mau, que anda aqui a fazer?!!! Isso é estupidez a dobrar!
Todos os outros perdoem-me este desabafo, mas há coisas que nos tiram do sério!
Quanto ao post, pois que, o que o mundo necessita é de homens e mulheres resolvidos de corpo e mente sã... Para tudo, sexo incluido, claro!
Fossem todos assim! :)
De
sissi a 22 de Março de 2007 às 15:38
Estimada Lolita,
de todo. O seu macho é dos melhores, embora quem não goste da língua no dito não se configure como alguém que não se resolve bem. Há gostos para tudo e opiniões para dar e vender. Esta é a minha.
Quanto ao seu macho, não se preocupe. O tempo do desejo envolvido em culpa cristã já lá vai. Continue a mostrar-lhe que o que é bom é para fazer e repetir. Mostre-lhe que gosta também. O resto são peanuts. :-)
cumps
De Carlota Joaquina a 22 de Março de 2007 às 12:56
É a língua, meus caros, é a língua. Foi um prazer, caro súbdito devidamente identificado.
De nelson anjos a 22 de Março de 2007 às 06:43
Quem havia de dizer! ... O destino é useiro e vezeiro em nos pregar partidas destas!
Logo hoje, que a Princesa, completamente rendida às minhas propostas e ao meu charme cavalheiresco regressa ao lar, sou eu o obrigado a dizer “NÃO : vou-me embora !”
A vida de marinheiro tem destas coisas: de um momento para o outro recebemos ordem de nos fazer-mos ao mar, e lá vamos nós em demanda de outro porto.
Aqui deixo o meu último testemunho.
1º - Este blog é mau, mas não é pior que a generalidade da blogosfera portuguesa. Porque:
a) – é confrangedoramente pobre em ideias e, mais ainda, em ideias originais;
b) – em vez de fomentar o debate, o confronto de ideias e o exercício da crítica, convida os seus participantes ao acordo passivo com o autor dos posts. O que leva a que os comentários, num extremo, se reduzam ao aplauso bajulador e servil dos incondicionais (exemplo típico: River); e, no outro, à maledicência ressaibiada porque “o teu post tem mais audiência que o meu” (exemplo típico: Maria)
c) – é repetitivo, monótono e pouco inteligente, porque remete para os 1% de sexo que se localizam entre as pernas, e ignora os 99% que se localizam na cabeça.
d) – relativamente às excepções, no que respeita a matérias propostas, que mereciam mais tempo para reflexão e discussão, o blog cedeu sempre à necessidade consumista de mais um post para o dia seguinte, mesmo que nada de interessante houvesse para dizer, como foi a generalidade dos casos.
2º - O fenómeno pode tentar a uma explicação fácil, do tipo: este blog, considerando a clientela maioritária que o visita – taxistas, trolhas da construção civil e polícias reformados (eles), cabeleireiras, empregadas de limpeza e empregadas de centros comerciais com contrato a prazo (elas), não poderia ser diferente do que é.
Sou o primeiro a não acreditar no que acabo de dizer. Pelo que, na ausência de outra explicação, permanece a pergunta: se não é este, qual é então o perfil social dos “Zés” e das “Marias” da blogosfera portuguesa?
Meu caro José Gil, na próxima edição do seu excelente “PORTUGAL HOJE: O medo de existir”, acrescente mais um capítulo para explicar esta questão.
Cumps.
nelson
De
River a 22 de Março de 2007 às 16:29
Creio que muitos poderiam até gostar mas nem se "atrevem" a exprimentar...
A questão é como convencê-los... :)
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