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cenas de gaja

03
Dez06

Signs

sissi
Estimadas Súbditas,

Apesar do machame, por vezes, parecer do outro mundo, de ser mais lento e titubeante na tomada de decisão que nós, de parecer mais hesitante no seu processo de escolha, numa coisa estamos em uníssisono: quando queremos alguém, estamos lá. Quando não, fugimos com a mesma força.

Vem este pensamento ainda a propósito do post anterior e das muitas conversas produzidas entre mim e algumas aias do Palácio sobre as várias razões que levam os machos a não investir no grelame quando o vento parecia apontar no nosso ponto cardeal. Pragmática que sou, acho sempre que, exceptuando razões limite, o gajame macho não investe na gaja por pura falta de interesse ou insuficientes razões que o façam deixar a jogatana de bola das terças feiras com o pessoal do escritório para se dedicar ao grelame em causa. Não consigo olhar para esta questão de forma mais elaborada e intrincada porque não há o que elocubrar sobre uma coisa que me parece clarinha como água.

Nós gajas pensamos diferente. Somos relutantes em aceitar o que se nos prostra sem espinhas diante dos nossos olhos. Como nascemos com o botão da explicação acoplado ao lado esquerdo do cérebro, gostamos de discutir à saciedade o que terá levado o macho, depois de mandadas grandes fodas, a não voltar a telefonar ou agir displicentemente perante o facto. Pois então se até foi tão bom! Se ele até parecia tão apaixonado! Se ele até lhe deu um beijinho no fim da foda, o que, como todos sabem, é o sinal universal do Amor....! E, pasme-se, até a levou à porta quando se despediu!! Por Zeus! Claro que a única conclusão que tiramos é que o macho gosta muito de nós e se não aje em conformidade é por toda uma panóplia de conclusões psiconalíticas que vão desde questões mal resolvidas com o pai a motivos de ordem maior com uma ex-namorada malvada.

Estimadas, quando as desculpas começam a ser mais que as estrelas no céu, chin up, boobs out, it´s show time! Peguem no vosso salto agulha e vão bater pestanas para outras paragens. Saber mandar a toalha para o chão é uma virtude para a qual muitas de nós não fomos programadas. Está na altura de levarmos o chip à fábrica...

Como? Ele não gosta assim tanto de mim? Impossível...

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