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cenas de gaja

23
Nov05

Since we´re on the subject...

sissi
Roy Cohn: AIDS. Homosexual. Gay. Lesbian. You think these are names that tell you who a person sleeps with, but they don't tell you that.
Henry: No?
Roy Cohn: No. Like all labels they tell you one thing, and one thing only: Where does an individual so identified fit into the food chain, the pecking order? Not ideology or sexual taste, but something much simpler: clout. Not who I fuck or who fucks me, but who will come to the phone when I call, who owes me favors. This is what a label refers to. Now to someone who does not understand this, a homosexual is what I am because I have sex with men, but really this is wrong. A homosexual is somebody who, in 15 years of trying cannot get a pissant anit-discrimination bill through the city council. A homosexual is somebody who knows nobody and who nobody knows. Who has zero clout. Does this sound like me Henry?
Meus queridíssimos visitantes deste blog,
acabei de rever (pela 5ª vez) a série Angels in America, a melhor serie sobre a qual já pousei os olhos e a cabeça.
Claro que gostei do Sexo e a Cidade, ou do Donas de Casa Desesperadas, e do excelente Six Feet Under, e vou adorar o Weeds. Mas nenhum destes me fez ou fará sentir a infinidade de coisas da forma que estes anjos o fizeram. Não sou pessoa de ver filmes ou ler coisas várias vezes. Mas senti que esta mini-série tinha muito mais para além da fímbria do que nos era mostrado. Talvez porque é uma história sobre pessoas bonitas em contextos feios, porque tem um texto magnífico que nos trespassa e faz sangrar e expurgar um bocadinho dos nossos pequenos venenos. Contém um humor cínico, que me encanta, uma aridez que me entristece e uma ternura que me apanha debalde. Consigo emocionar-me e enraivecer-me a um só tempo e desejo sempre que o fim seja apenas um intervalo.
A frase que escolhi é apenas uma das muitas que me ficaram. E trouxe-a aqui porque é uma citação aberta, passível de interpretações várias.
Que comece o jogo da hermenêutica...

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