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cenas de gaja

06
Ago08

Perfídia

sissi

Debato-me profundamente entre a obrigação da sinecura diária e as viagens da imaginação. Ouço em repeat a Perfídia, na maravilhosa versão do não menos maravilhoso Ibrahim Ferrer, enquanto me tento embrenhar num guião que, ao pé das aventuras para as quais a música me leva, é tão interessante quanto uma bula de medicamentos.

 

O bom gosto deste jazz com caribbean flair renomeia o conceito de daydreaming e coloca-me num qualquer tablao cubano, onde me abano levemente ao som do bolero futurista do Ferrer. O calor cola-me o cabelo aos ombros e distende-me os gestos. Descalça, danço e penso que pérfido mesmo é não haver ninguém que me agarre o quadril enquanto a musica ainda vive. Mas houve. Há.

 

http://uk.youtube.com/watch?v=0ajtgbnQ-CY

 

04
Ago08

Boobiesexual

sissi

Correndo o risco de me acusarem de machista ou de todos os «istas» que conseguirem sacar do léxico insultoso, e depois de me demorar, como impõe a canícula, por tão prazeroso assunto, ocorre-me partilhar convosco o seguinte: sou uma boobiesexual. 

Esqueçam os conceitos antiquados que nos espartilham erradamente entre pessoas que gostam de outras do sexo oposto e mais umas quantas do mesmo sexo. Apaguem. Sissi inventou a roda e depois de muito maturar, descobriu que para além de verga da boa, Sissi gosta de mamas.

 

Estou-me positivamente borrifando para a beleza da pele feminina, o poder de sedução de que somos impregnadas, nem tão pouco me detenho nas razões que nos colam o epíteto do belo sexo. Borrifo-me. O que eu gosto mesmo é de mamas. Nem sequer quero saber, quando o meu dossel é agraciado com semelhante par, dos miminhos e carinhos tipicamente grelames, porque eu gosto mesmo é de mamas. Quando toca a mulheres e a escolhê-las, sou incapaz do exercício da subtileza, ou mesmo de um qualquer batimento sináptico. Eu quero é mamas, e se não as houver dificilmente o meu canino chegará a carne alheia.

 

Não há feeling intrincado, alterar de respiração ou exploração de novos territórios que bata a sensação de olhar, tocar e lamber um bom par de mamas. Há quem diga que mergulhei fundo na teoria freudiana ou que sou um gajo encaputado, mas em tendo mamas à mão sou pessoa para ficar a ouvir essas teorias horas a fio. E dependendo de quem as carrega, aqui sim é importante, roçar mama com mama é quase tão bom quanto roçar mama com um peito peludo.  Pena que, neste particular, as gajas não tenham verga. Nem sejam gajos.

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