Sexta-feira, 24 de Setembro de 2004
Talvez...
Talvez não haja razão nenhuma e toda eu seja demência, ou urgência, não sei...
Talvez não sejas tu, nem seja eu, nem tenhamos nós que existir
Talvez devesse simplesmente deixar fugir o momento, em que dentro de ti navego e sonho e acordo a rir
Talvez tu não sejas mais do que tudo aquilo que a minha imaginação quis criar
E não sejas bom nem mau, não sejas forte nem fraco, não tenhas por dentro tanto além daquilo que eu vejo por fora (e que, aqui entre nós, é pouco...)
Talvez a razão não me acompanhe nesta viagem e eu percorra a estrada apenas como um louco, sem pequenas questões nem grandes respostas.
E então, poderão perguntar-me:
- Mas afinal, porque gostas?
Talvez eu nesse instante possa responder que é justamente
esse não sei quê, que nasce não sei quando, vem não sei como e dói não sei porquê que me faz acreditar.
Luís Vaz de Camões
PS - Desculpem a intimidade do post, mas precisava deitar isto cá para fora, para fechar de vez uma gaveta há muito aberta em mim.
Até sempre D.
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De
Xeilaaaa a 18 de Novembro de 2005 às 23:03
Tens a certeza de que este poema é de Camões???
De _ a 18 de Outubro de 2006 às 20:30
__
De Luna a 3 de Novembro de 2006 às 15:21
Adorei...
Tou numa fase em que identifico imenso com este poema, seja ele de Camões ou até teu Sissi.
Jocas
De Rainha Ginga a 22 de Novembro de 2006 às 16:10
Querida Princesa,
ainda bem que vão existindo gavetas destas na nossa vida...mas também é importante que depois as saibamos arrumar....
Próximaaaaaaa!!!!
cumprimentos minha querida amiga
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