Sexta-feira, 3 de Novembro de 2006
Pensamen(tesão) de Fim de Semana
Vale mais um bom 69 que uma má queca.

Enjoy!
Bom Fim de Semana!

publicado por sissi às 10:48 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Comentários:
De lanterna a 3 de Novembro de 2006 às 13:32
Questão interessante esta.
No extremo, não será melhor uma boa punheta que uma má foda?
Não fora aquele bonito som dos colhões a bater no pito, e talvez estas questões fossem realmente pertinentes. Com essa banda sonora, por vezes enriquecida por uns belos peidinhos de cona, não restam dúvidas:a bela foda deve sempre constar do menu!
Até para evitar outro dos crónicos problemas do sexo oral, latente nalguns comentários supra: o egoísmo da ausência de reciprocidade, mascarado de dificuldade de concentração
ou outras fracas desculpas.
Vou dissonar também na avaliação deste blog, que me parece viver agora mais do espírito dalguns comentadores que da presença da princesa, meramente virtual. Apareça senhora, não viva à sombra da bananeira!


De Petrus a 6 de Novembro de 2006 às 10:56
Milagres da Santa da Ladeira não sei, mas que em minha casa aconteceu, juro, juro, juro.
Pela primeira vez vi o meu filho a devorar um livro,o teu Sissi. Podes dedicar-lhe um 69 que o rapaz vai longe.


De Noel a 7 de Novembro de 2006 às 12:01
Viva o Pai Natal.

Bom dia Majestade, e tu Ruby do que li do teu poste acreditas mesmo que ele existe.

Tanto erro que por aqui leio. "à liberdade de expressão", então escreve alguma coisa a dizer mal dos Habsburgo e logo verás se não é apagado!

Já é de dia criatura e o Pai Natal só mesmo na Lapónia.
Mil vénias e fiquem muito bem.


De ariana a 4 de Novembro de 2006 às 17:17
deixem-se de tretas, comer fruta madura de garfo e faca não dá gozo nenhum.


De Maria a 4 de Novembro de 2006 às 17:26
Realmente já vi que impera por aqui uma linguagem de luxo, e como tal acho que vou participar neste congresso de quem mais palavrões diz, melhor classificado fica. Para tal decidi oferecer a esta maravilhosa audiência um texto dos muitos que li sobre a matéria.

Passo a citar:

O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela diz. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda-se!”?

O “foda-se!” aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Liberta-me. “Não quer sair comigo?! - então, foda-se!” “Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então, foda-se!”.

O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição.

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.

“Comó caralho”, por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que “comó caralho”? “Comó caralho” tende para o infinito, é quase uma expressão matemática.
A Via Láctea tem estrelas comó caralho! O Sol está quente comó caralho! O universo é antigo comó caralho! Eu gosto do meu clube comó caralho! O gajo é parvo comó caralho! Entendes?

No género do “comó caralho”, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “nem que te fodas!”. Nem o “Não, não e não!” e tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade “Não, nem pensar!” o substituem.O “nem que te fodas!” é irretorquível e liquida o assunto.
Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida.

Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.

Solta logo um definitivo:
“Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!”.
O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (…)

Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um “Puta que pariu!”, ou o seu correlativo “Pu-ta-que-o-pa-riu!”, falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante, qualquer “puta-que-o-pariu!”, dito assim, põe-te outra vez nos eixos.

Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça. E o que dizer do nosso famoso “vai levar no cu!”? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação “vai levar no olho do cu!”? Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: “Chega! Vai levar no olho do cu!”? Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.

Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: “Fodeu-se!”. E a sua derivação, mais avassaladora ainda: “Já se fodeu!”.

Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?

Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando estás a sem documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? “Já me fodi!”

Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”

Então:
Liberdade, Igualdade, Fraternidade e foda-se!!!
Mas não desespere: Este país … ainda vai ser “um país do caralho!” Atente no que lhe digo!

Foda-se por Millôr Fernandes.
(adaptado)


De Ze-o-Terrivel a 4 de Novembro de 2006 às 16:59
Mais uma vez peço desculpa à sissi por também ter de alguma maneira contribuido para estragar o topico. Foi sem intenção. Apenas fiquei surpreendido com a gente metidiça que se indignou com o à-vontade dos outros. Como ja dizia a avo' do meireles, quem não gosta não come, e eu o que como é da ementa deste blogue.

Não sou preconceituoso, apenas não alinho com gays, religiosos, hip-hops, nacionalistas, ou outros quaisquer grupos que defendem a segregação da sociedade. Ficou aqui mais uma vez bem provado que a comunidade intelectual gay é elitista e não se da' bem com o sucesso e popularidade da malta normal.


De zarelleci a 4 de Novembro de 2006 às 16:56
Muitos fins de semanas com 69 e mais tudo, gozem sempre.


De x-ray a 4 de Novembro de 2006 às 16:58
A todas a Gajas que por este blog se passeiam, incluindo a pissi claro...lol, vejam se conseguem identificar em que categoria se incluem. Juizinho e... PARA A COZINHA JÁ!!!




Gajas de classe baixa:

São gajas que trazem para o leito a rudeza do trabalho agrícola. Comportam-se como se estivessem a malhar o milho, só que a maçaroca é o nosso nabo e elas malham com o bordedo. Se não estivesse bem presa ao corpo, estou convencido de que nos arrancavam a picha à conada. Regra geral, são gajas que não se negam a levar na bufa pois desde tenra idade há um primo, inevitavelmente chamado Alfredo, que lhes rebenta as nalgas com o seu barrote que, de tanto enrabar ovelhas, até tem varizes no lombo.



Gajas de classe média:

São gajas que fodem com requinte. Podem não ter o instinto animal das gajas de classe baixa, mas sabem alguns truques que aprenderam lá fora. Aliam a desinibição resultante de educação progressista a uma ânsia de saber que lhes permite manterem-se informadas sobre as mais modernas técnicas de mamar na sardanisca e de dar trancadas inovadoras, que aprendem nas revistas femininas.



Gajas de classe alta:

São gajas que compensam alguma falta de prática e talento com o facto de terem condições financeiras para andar a embelezar as tetas, a peida e a própria pachacha. Estas gajas não tiveram primos de picha calejada a desbravar caminho. Todos os seus familiares do sexo masculino são panascas.

Mas elas tentaram, pelos seus próprios meios, iniciar actividades fodengas enfiando objectos rombos no seu endinheirado pipi. Em casa destas gajas há sempre qualquer coisa que serve para esse efeito: um castiçal de prata, uma perna de uma cadeira D. João V, uma tela do Cargaleiro toda enroladinha para enfiar no cu (que é, aliás, o lugar dela). Estas gajas têm uma grande falta de nabo, dada a paneleirice do meio em que vivem. Por isso, assim que se apanham com um gajo que cheire a animal e lhes dê umas piçadas a sério, dispara-lhes o fusível e desatam a foder como se não houvesse amanhã. Nessa altura, proporcionam festa bem rija na cama.

Nota: Definições directamente extraídas do Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa!


De 13@ a 4 de Novembro de 2006 às 16:40
...Meireles no seu melhor..lol


De aparecido a 4 de Novembro de 2006 às 16:18
já passou o comentário 69. que tal começarem a comentar o 96. Passo a explicar. Um de pé e o outro a fazer o pino.até poderá vir a ser modalidade olímpica


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