Sábado, 10 de Junho de 2006
Pois...
Pessoalmente, as três dimensões são preferíveis. Isso e o pensamento. O que pensamos, entre conversas com gregos, homens de Singapura e um letão que conhece o João Moutinho e prefere o Hugo Almeida ao Pauleta, é sempre aquilo que nos torna naquilo que somos. E nem sequer está à distância de um clique.

De facto...o que seria de nós sem os outros...?

publicado por sissi às 01:39 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Comentários:
De Senador a 10 de Junho de 2006 às 17:23
Cara Sissi,

Sem os outros ficávamos aborrecidos de morte...

Cumps


De Orelhas Quentes a 10 de Junho de 2006 às 16:25
Mas que pensamento profundo! :)

Cara imperatriz, em relação ao post anterior, vou mas é aproveitar estes feriados para ver as pitas de sua majestade com as mamas aos saltos. :)

Have fun!


De sissi a 10 de Junho de 2006 às 16:52
Caro Orelhas,
aqui, para além de se falar de profundidade vaginal, tb há lugar a outro tipo de medidas...
Vá lá seu maluco! Ver as mamas das pitas...
cumps


De floca a 11 de Junho de 2006 às 21:56
Passei por aqui e corei.
O que não é fácil, diga-se. Não que esteja contra (e que estivesse...), só estou pouco habituado a este francês todo. Mas ok, dá-lhe. Eu vou passando.


De sissi a 11 de Junho de 2006 às 22:35
Caro Senador,
tb tenho para mim que seria uma seca do pior...
cumps

Caro Floca,
não precisa de corar. É apenas uma questão de chamar os bois pelos nomes...
cumps


De sissi a 14 de Junho de 2006 às 06:13
Caro Llyrnion,
se seria mais pobre e menos interessantes, como é que poderia ser mais feliz? Mesmo falando em termos relativos?
cumps


De Llyrnion a 15 de Junho de 2006 às 12:48
Devo dizer q acredito, realmente, na frase "ignorance is bliss", apesar de ser algo q rejeito.

Se eu não souber td o q pode ser a vida, para o bom e para o mau, se me for apresentado apenas um subset da mesma e eu me mantiver lá (a minha "comfort zone"), se eu conseguir fazer com q isso me satisfaça (here's the catch :) ), então eu serei feliz.

Serei feliz, pq ignorarei td o resto q existe para viver. Outra pessoa q conheça todo esse "resto", será, certamente, da opinião que eu estou a desperdiçar a minha vida. Eu, cm não conheço mais nada, nem faço um esforço para conhecer (qd mt, faço um esforço no sentido contrário), direi q não. Tenho uma vida mt boa e sou feliz assim.

E eu não duvido q haja mt gente feliz assim. Uma felicidade enraizada na ingorância daquilo q se passa à sua volta. Uma ignorância por opção, e mantida à custa de mt esforço. E, por vezes, não posso negar q sinto uma certa inveja. Felizmente, passa-me depressa :)

Um exemplo mais soft disto são as pessoas q se recusam a pensar em inúmeros problemas q existem actualmente no mundo, desde a fome ao tráfico de mulheres. Preferem ignorá-los, pq sabem q se começarem a pensar no assunto, irão acabar deprimidas. Por mim, incluo-me neste grupo. Não chego ao extremo de mudar de canal se as notícias não me agradam, mas aceito o facto de q o meu attention span ter q ser ínfimo, para poder ver a notícia do barco q se afundou num qq oceano, cheio de emigrantes q iam trancados no porão, e q ninguém salvou, logo seguida da inauguração de mais uma disco jet-set, cheia de "beautiful people".

Sorry, o comentário foi um pouco longo, mas esta coisa da ignorância tem mt q se lhe diga :)


De River a 12 de Junho de 2006 às 13:58
" Saudade é uma espécie de lembrança nostálgica, lembrança carinhosa de um bem especial que está ausente acompanhado de um desejo de revê-lo ou possui-lo. Uma única palavra para designar todas as nuançes desse sentimento é quase exclusividade do vocabulário da língua portuguesa A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar". "

...MISS U... :( humpf!!!


De Llyrnion a 13 de Junho de 2006 às 23:03
Uma coisa não exclui a outra. Daí ter utilizado a expressão "ignorance is bliss".

Se eu me fechasse em mim próprio e não em questionasse de vez em qd; se ignorasse a experiência dos outros, e a influência q a mesma tem em mim; não duvido q seria mais feliz.

E mais pobre e menos interessante, sem dúvida.


De Llyrnion a 13 de Junho de 2006 às 00:51
Sem os outros...? Não sei.

Imunes à influência dos outros? Seríamos mais felizes. Afinal, ignorance is bliss, segundo os entendidos.


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