Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008
Quero um palácio novo!

Depois do bólide Real ter entrado em curto-circuito, o vibrador que encomendei ainda não ter chegado e ter calcorreado a cidade inteira debaixo de chuva, chegou o momento do apelo final.

 

Assim sendo, dão-se alvíssaras a quem tiver uma casa para arrendar, até 900 euros (que a burguesia está falida), T2+1 ou T3, no mínimo, nas seguintes zonas:

Campo de Ourique (primeira escolha), Av. Roma, Alvalade, Praça de Londres, Avenidas Novas, Picoas, Saldanha, Amoreiras, Rato, Estrela e assim. Não pode ser rés-do-chão, estar mobildada ou ter poliban. Quem me tira o banhinho quente, quase a escaldar, tira-me tudo. Ofereço chá e scones a quem provar ser o fiel portador de boas notícias. Já estou por tudo.

 

Cumps.




São as Vacances, estúpido!

Este Palácio está, oficialmente, de férias. Estou praticamente fundida com o sofá e o esforço maior que faço, do ponto de vista do quotidiano, é deslocar-me à cozinha e à casa de banho. Como, durmo, leio, escrevo, vejo séries de TV e filmes mauzitos e penso que há muito que não me entregava o hedonismo de forma tão leve.

 

Claro que vou passando por aqui, para vos acenar ao longe.

 

Enjoy!




Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008
Ho! Ho! Ho!

Feliz Natal a todos!

Um obrigada gigante e especial a todos que me enviaram as Boas Festas.

Até já.

 

Princesa Sissi




Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008
Carta ao Pai Natal

Querido Pai Natal,

 

para variar, este ano fui uma Princesa das boas. Ao contrários dos outros lustros, não fiz grande merda de enorme relevância para o mundo, justamente porque o mundo decidiu bater-me à porta como só o mundo inteiro sabe fazer. Vai daí, não inaugurei creches, não coloquei a primeira pedra para a construção de escolas para os pobrezinhos, não dei a cara e o corpo por peditórios que acorram às maleitas de uma forma geral e global. Nada disso. Este ano, vivi-o para mim, só para mim, apenas para mim. E, por isso, fui uma Princesa melhor.

 

Assim sendo, não querendo abusar, mas já abusando, este ano peço-te um presente que te soará estranho, a ti e o mundo que me bateu à porta. E não querendo cagar, mas já cagando, aqui vai o meu pedido de Natal: um homem. Obviamente, não te peço um homem qualquer. Nem podia. Mas peço-te um homem que queira amar e ser cuidado por uma princesa da mais fina casta. Eu. E mais não te posso pedir. Porque alguém que se disponha a isso, já é alguém que possui as restantes qualidades que também procuro, e que não vou estar a enumerar para não enfadar. E antes que comeces com conversinhas de merda e eu me chateie contigo, Pai Natal, entende que não sou, nunca fui nem nunca serei uma cabra fria, desprovida de emoção ou afecto. Gosto é muito de foder. Mas chegou a altura de passar para território desconhecido. A foda já não tem segredos.

 

Maneiras que aguardarei, calma e serenamente, que o meu presente me chegue. Eu faço a minha parte, tu fazes a tua. Bale?

 

Já agora, Feliz Natal para ti também. Que a ti só te pedimos coisas, nunca ninguém te oferece nada.




Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
Sissi Responde - Circuncisão

Cara Princesa, sou um recente leitor do seu blog e tenho uma dúvida que me assola há já uns tempos e para a qual ainda não obtive uma resposta concreta / explícita / esclarecedora por parte do público feminino. Pergunta:


 
- Há alguma diferença em ter relações sexuais com um homem circuncidado ou não e se sim, qual?

 
As mulheres que questionei sobre isto não me souberam responder muito bem e um amigo, circuncidado, confidenciou-me que elas preferem largamente os da "espécie" dele.
 
Estimado Súbdito,
 
Depois de anos de chupanço de piça, variedade após variedade, de nacionalidades e sabores diversos, como usufrutuária momentânea das jóias da coroa de muito macho espalhado pelo mundo, o que tenho para lhe dizer sobre a sua questão é o seguinte: não há diferença absolutamente nenhuma no que respeita a proporcionar e retirar prazer. Uma piça circuncidada obedece aos mesmos critérios que outra qualquer. Desde que saiba a cartilha, a ordem do texto é perfeitamente arbitrária.
 
A única diferença que encontrei, a qual, repito, não acrescentou nem retirou propriedade ao acto em si, foi no broche. Dado que a cabecita se encontra protegida, o ir e vir da brochada tornou-se menos intuitivo. Porém, ao fim de 30 segundos percebe-se claramente qual o caminho. É o mesmo.
 
Honestamente, não conheço nenhuma mulher que tenha preferido ou rejeitado uma piça, apenas porque era circuncidada. Mas se as houver, speak up!
 

Disclaimer: Este consultório não é profissional, como imaginam. Aqui não se resolvem problemas, conversam-se. O que terá apenas a importância que cada um de nós lhe der. As questões serão respondidas por ordem de chegada, todas as quintas-feiras. Missivas para aqui: princesa-sissi@sapo.pt

 




Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
Planeta Tóquio

Há locais onde voltamos amiúde que nos fazem relembrar momentos de grande rambóia e divertimento. O Tóquio, no Cais de Sodré, é um deles. É daqueles sítios onde exercitamos o músculo da memória e, por momento, voltamos a lugares que julgávamos perdidos para sempre.

 

Na Sexta-feira, Lisboa estava pejada de gente. Caras que me habituei a ver, pessoas que conheço sem nunca termos trocado palavras mas às quais sorrio como forma de honrar um passado, e um presente, que nos fazem lembrar que o mundo é um lugar de rostos repetidos. O Tóquio foi, durante muitos anos, a casa do povo. O repositório de finais de noite e o ponto de encontro dos desencontros nocturnos. Não há outro sítio assim. Onde se dance ao som de músicas que representam um imaginário comum, apesar das histórias diferentes. Se houvesse uma comissão que estudasse a galáxia lisboeta, concluiria que o mundo parou dentro daqueles (poucos) metros quadrados. Os habitantes do planeta Tóquio são peculiares. São os saudosistas, os romanticos, os refractários, os reaccionários, o que procuram reviver e referver sensaçoes que os fazem sentir vivos. São uma casta especial. São os que cantam apenas os refrões das músicas, ou aquelas partes mais fortes, os que dançam como se tocassem guitarra, os que aguentam os empurrões e o fumo dos cigarros, os que ouvem Rod Stewart com o deleite de uma música saída ontem e se abanam ao som do Streets of Fire como que possuídos pelo espírito dos motoqueiros do filme original.

 

É isso. Os habitantes do Planeta Tóquio são orginais. Não são amanuenses apesar do revivalismo. Nem cabotinos. São aquilo. Puros e genuínos. E é por isso que continuarei a lá ir.




Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
State of mind

Este blog anda cansado. Este blog anda consumido pelo trabalho. Este blog queria aparecer mais vezes mas anda cansado e consumido pelo trabalho. Este blog está a precisar de emigar outra vez.

Lamentamos. Mesmo. Mas é o que temos.




Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
And now, for something completely different...

Sissi procura novo Palácio. A corte aumenta e a palavra de ordem é relocation.

 

Assim sendo, alugo T2 ou T3 em Lisboa, até 1000€ de renda. Não me dava muito jeito nada very typical, que não há paciência, mas se tiver imensa patine sou pessoa para reconsiderar. Se souberem do paradeiro do novo Palácio, favor enviar mail para o Correio da Princesa.

 

Muy agradecida.

 




Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008
Sissi Responde - O Anal e o Verbo

(...) A minha companheira não quer sequer ouvir falar de sexo anal. No entanto, pelo menos já não se zanga comigo quando falo nisso e até esteve a ver comigo o seu blog, acabando um pouco forçadamente por concordar que é bastante divertido (...)

 

Súbdito Devidamente Identificado
 

Estimado Súbdito,

 

pois cá está um assunto de peso, que corre o risco de deixar a sua marca indelével no muro das lamentações sexuais. Para início de conversa, devo dizer que depois do post Levar no cú é caro, onde abordei a questão pela primeira vez, já muito água passou por debaixo desta ponte. Com efeito, levar no cú não é, para mim, a melhor coisinha do mundo. Não é a pior, mas dada a vastidão do universo sexual prefiro não me deter num exercício abaixo dos mínimos olímpicos. Adiante.

 

Se a sua companheira já não quer ouvir falar de sexo anal, das duas uma: ou você exagerou na dose verborreica recomendada para estes casos, deixando a sua pila falar por si, ou então teve uma má experiência que a levou a mandar o conceito e o acto para as calendas. Seja qual for a resposta certa, acho que já percebeu que precisa de parar, de não insistir no verbo, sob pena de ela se chatear à séria e lhe vetal o sexo, tout court.

 

O que lhe pode dizer, assim para fecho de conversa, é que o sexo anal implica uma disponibilidade e, sobretudo, uma intimidade que não se encontram juntas com frequência. Além disso, é um acto que implica, para iniciados, uma progressão, um caminho, uma aprendizagem conjunta. O ânus é um músculo repleto de terminações nervosas que, bem tocadas, dão um prazer imenso. Porém, quando mal manuseadas, provocam um desconforto e uma sensação de algo contra-natura.

 

Em suma, feche a boquinha e mostre-lhe, ao invés, os prazeres dos preliminares anais, como a língua e o dedo. O mais importante é que ela esteja relaxada. Só assim o desconforto dá lugar ao prazer.

 

 

 

 

Disclaimer: Este consultório não é profissional, como imaginam. Aqui não se resolvem problemas, conversam-se. O que terá apenas a importância que cada um de nós lhe der. As questões serão respondidas por ordem de chegada, todas as quintas-feiras. Missivas para aqui: princesa-sissi@sapo.pt

 

 




Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
Preservativo ao p(h)oder!

No dia em que se lembra o combate ao vírus HIV, não será demais lembrar a importância do uso do preservativo. Sem querer cair no alarmismo nem usar o tom de calamidade pública, não posso deixar de apelar às vossas consciências para que usem sempre uma borracha que, no fundo, é um filtro que vos pode separar entre uma doença sexualmente transmissível e o usufruto pleno do momento sexual.

 

Depois de muito macho díspar e muita situação vivida, consigo dizer com propriedade que não há absolutamente razão alguma para se ter sexo desprotegido. Os pontos fracos do uso do preservativo não são razões suficientes para se colocar o corpo em risco. É estúpido e, sobretudo, muito irresponsável. Se iniciaram agora uma relação, façam juntos o teste do HIV e depois então fodam à parva. Se estão in between do que quer que seja, mostrem que têm uma cabeça que pensa e usem-no SEMPRE. Já agora, grelame deste meu palácio, se o machame se mostrar pouco afoito na hora do preservativo, com razões que fazem lembrar uma certa acefalia crónica, mandem-nos à fava. Não se deixem levar por tesões momentâneas nem pela necessidade de agradar a todo o custo. Não há preservativo, não há sexo. Simple as that.

 

Só uma palavrinha para os casais: se são dos que se habituaram a um pequeno snack fora de casa, usem preservativo, sob pena de infectarem alguém que não participou nesse festim...




 
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