Sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
Weekend! Ta-da!

E depois de uma semana conturbada, eis que Sissi, Princesa Alva e Bela ruma a Norte para o merecido descanso. Até porque não está frio suficiente por aqui. Lisboa nem sequer está em alerta amarelo, e eu gosto de estar onde tudo tudo acontece. Se é frio, estou lá, se é calor, estou lá também. Se não se passa nada, vou lá e faço acontecer.

 

Posta esta estrica e estupidez matinais, para a semana (a partir de terça-feira) o blog será pintado a Sissi Responde, já que, curiosamente, o Correio da Princesa foi inundado de questões pertinentes nestes últimos dias. Está mais frescote, a malta fica em casa e depois apetece. Deve ser isso.

 

Até lá, enjoy!




Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
Calhou cócó

E agora para desanuviar as hostes, e depois das fossas descarregadas, deixo-vos com Bruno Aleixo, no seu mais famoso número, «Calhou cócó».

Olha, nem de propósito. Um freudian slip.

 

Enjoy!

 

http://www.youtube.com/watch?v=HRhWXu93WFw&feature=related

 




Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008
Edital

Não sei se é por ser Natal e o vosso espírito estar em alta, mas já algum tempo que não recebia tanto hate mail, tanto veneno virtualmente destilado, aqui e em privado, como se este Palácio fosse o escarrador público. E pensará o incauto marinheiro de primeira água que vista este blog que terei insultado as mães de alguns de vocês, ou vocês mesmos, ou que cometi um crime de lesa majestade. Mas não. Limitei-me a escrever que não acreditava no amor para a vida e que gostava de dormir sozinha. Ora bem, a quem é que isto interessa, verdadeiramente? A mim e aos que privam comigo. Curiosamente, não é nenhum de vocês, mas quase todos escreveram aleivosias tais que, dir-se-ia, serem os fiéis depositários das minhas (des)crenças.

 

Agradeço o desvelo que mostraram para com a minha vida, passada, presente e futura, com as minhas supostas decepções e desamor, e com o que faço com a vagina real. A sério. I´m touched! Mas, na realidade, se vocês não conseguem ler subtextos, ou mesmo frases completas em discurso directo, nem perceber uma outra analogia mais rebuscada, esse problema não é meu. Se vos arranha o escroto tudo aquilo que aqui escrevo, da forma como o faço e sob as premissas que entender, esse problema, adivinhem!, continua a não ser meu.

 

Por isso, a sério, parem de me entupir o mail com náuseas várias. Eu estou-me positivamente cagando para o que vocês pensam a meu respeito ou da forma como escolho viver a minha vida. É inútil continuarem. Usem esse tempo para ler outras coisas. Talvez assim percebam que o mundo inteiro não termina na barra da vossa saia.

 




Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
Sissi na FHM - Diz que é do outro mundo

No extraordinário e vasto mundo sexual, há quecas para todos os gostos. Boas quecas, más quecas, quecas seguras, quecas simples, quecas rápidas, quecas elaboradas, quecas divertidas, quecas enervantes, quecas sem fim, quecas acima e abaixo das expectativas, enfim, uma plêiade de emoções e adjectivos que podemos associar à palavra e ao acto, mas que, não raras vezes, acabam por ficar aquém de tudo aquilo que sentimos ou deixámos de sentir. E se uma queca, é uma queca, é uma queca, quecas do outro mundo são um pouco como os extraterrestres: muita gente fala delas mas, na realidade, nunca as viu.

 

E porquê? Será necessário um toque de magia, um sopro encantando, um serendipismo que nos leve à descoberta fortuita e inata? Não, senhores. Tudo o que vocês precisam para providenciar quecas do outro mundo é uma coisa muito simples. Têm de querer muito. E querer muito com a pessoa com quem, de facto, querem muito. E não falo aqui de sentimentos nobres. Eu, por exemplo, tenho em carteira uns quatro ou cinco exemplares machame a quem dava o privilégio de comigo privar horizontalmente. E apenas isso. Mas a beleza do sexo é também essa. Para podermos ter quecas do outro mundo basta que o nosso desenho físico se detenha no contorno de outro qualquer e, uma vez aí chegados, deixar as feromonas trabalhar quais formiguinhas a amealhar para o Inverno. E perguntam vocês: «Oh Sissi, princesa alien de outro mundo que não o nosso, e como é que podemos fazer isso?» E eu respondo: basta seguirem estas indicações e, como sempre, tentarem em casa.

 




Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
Sleep(less)

Todas as noites, ao cair redonda no dossel real, ainda tenho tempo para pensar num detalhe que me deixa de fora de grande parte do mundo grelame: eu adoro dormir sozinha. Adoro. Mesmo. Adoro sentir o fresco da cama no Verão e o frio do Inverno. Gosto de abrir os olhos em direcção aos livros por ler e revistas por abrir. O lado esquerdo da cama pertence-lhes. Sempre que saco macho que pernoita, o sono dos justos transforma-se no sono dos incomodados. Porque apesar de partilhar o corpo, a cama e os olhos fechados encerram uma vulnerabilidade maior, que demoro a deglutir.

No dia em que um macho de estirpe me encontrar, vou ter problemas em explicar-lhe que a casa, como a cama, são espaços únicos, que serão habitados apenas por mim, para que possamos viver unicamente o que compete a dois amantes e companheiros de vida: o prazer, latu sensu. Para que quero eu partilhar o mau humor matinal, as contas, enxaquecas e unhas encravadas? Não senhores. Do meu amante quero a amizade e o amor. A logística pessoal guardo para mim e espero o mesmo de volta. Assim, quando o TPM me acertar em cheio e ele não estiver para me aturar, escuso de andar a fazer-me de forte quando me cruzar com ele entre o hall e a casa de banho.

A sério. Há merdas que me escuso de saber. Demasiada proximidade mata o interesse. Quando a coisa se torna demasiado familiar, lutamos por quê? Apre!

 




Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008
Miss Lola

                           

 

 

Estimados,

allow me to introduce to you, Miss Lola, a mais jovem habitante deste animado palácio: Lola de Loyolla e Basto, de sua graça. Aliás, graça, como podem ver pela foto supra, é coisa que esta pequena tem aos montes. São quase dois meses de pilhas de encanto e charme, que seriam mais ainda, não fosse dar-se o caso de ser uma comilona, como sua mãe, cadela real, Felipa de Loyolla e Basto. Por comilona entenda-se, tudo o que não mexe e não é de comer.

De resto, dá vontade de apertar e afogar em beijos até lhe saírem os olhos das órbitas. Um mimo.




Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
Is it me?

Depois de uma grande volta pela blogosfera, reparo que o tema quente dos blogs grelames é «o amor para a vida». Não sei se é porque o tempo esfriou e os pés já pedem um aconchego na cama, ou porque sou uma cabra fria sem sentimentos, apesar de cada vez mais boa, o certo é que o mundo feminino se juntou para perorar sobre o amor, ou a falta dele, e o homem e a relação ideais, ou a falta delas.

 

Ora, depois de muito elocubrar sozinha, virando-me para as paredes forradas a charme deste meu Palácio cada vez mais alvo e belo, reparo que o faço. Sozinha. E pergunto-me que raio é isto do amor para sempre. Isto quer dizer o quê? Que o amor é uma espécie de vacina ao contrário, sem fim à vista, que temos a sorte de apanhar e a vida se tornar num caleidoscópio de cores e felicidade para toda a eternidade? Ou que contemos o amor e a pessoa que amamos numa garrafa e a guardamos longe de olhares gulosos e bêbados?

 

Palavra de honra, não consigo perceber. Evolucionista e optimista que sou, não cabe nesta minha cabeça altiva e linda que o que queremos hoje vai ser exactamente igual ao de amanhã. Logo, se hoje estamos com alguém de quem gostamos porque sim, porque queremos fazer coisinhas com ela, se amanhã já queremos outras coisinhas e a pessoa, por acaso, nem por isso, o que fazemos com ela? Vai cada um à sua vidinha e pronto, não é assim?

 

Ora, se já todos sabemos isto, se cada um de nós percebe o carácter efémero de tudo o que nos rodeia, a começar pelas nossas próprias vontades, porque caralho é que continuamos à procura de coisas para vida? Porque é que as relações não assentam nesta base de «venha o que vier hoje, que amanhã logo se vê?» Será que sou eu que ando a foder gajos há demasiado tempo e já me desliguei da realidade amorosa, ou as relações que para aí pululam são demasiado apressadinhas?

 

 




Terça-feira, 11 de Novembro de 2008
TPM #22

Procuro razões para estar cansada e só encontro motivos para estar desperta. Invento histórias para me sentir triste e só me ocorrem episódios felizes. Estou crescida. A minha memória já não me insulta e está em sintonia com o meu coração. O dias não têm peso e vivem-se demoradamente. Gosto.




Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
Yes I can!

A mudança chegou à América e, à sua maneira, cada blog assinala o facto da forma que melhor encaixa no seu habitual discurso. Aqui no palácio não quisemos ser diferentes - mas só desta vez - e pensámos num statement que dê novos mundos a este novo mundo, abrindo, inclusivamente, outros pontos de discussão.

Vai daí, o comunicado oficial do excelso Palácio Real (eu e os pleonasmos...) sobre a nova condição americana é o seguinte:

 

EU FODIA O OBAMA.




Segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
Considerações de uma segunda-feira cinzenta

1 - A Realeza está a formar a plebe. Não em sexo - esse ficará para segundas núpcias - mas em Coaching, razão pela qual tenho os neurónios ocupados.

 

2 - O Hotel mostra Lisboa cinzenta e charmosa e faz-me lembrar Londres, grey and cold.

 

3 - Tenho aqui um formando que me tira do sério e estou mortinha que isto acabe para lhe poder saltar em cima.

 

Amanhã post a sério. Hoje é o que temos.




 
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