Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
E o prémio para Pick Up Line do Ano vai para...

Boutade regurgitada ontem, a meio de uma conversa anódina de 5 minutos, com um convidado de uma festa na qual participei, algures numa colina de Lisboa.

 

«Sabes, tenho estado aqui a falar contigo e já deu para perceber que és bonita por dentro. Por fora não sei bem. Tenho que ver melhor...Queres ir ali à casa de banho?»

 

Não é uma pick up line do caralho? Não está aqui subjacente um conhecimento profundo do grelame? Não há uma pessoa sensível por detrás destes vocábulos? Alguém que domina, na ponta da língua, a ideia de que nós, gajas, também queremos ser conhecidas pelo nosso interior? Pensou ele: ai sim? Então toma lá! Por dentro és o máximo, vê-se logo, por fora é que tenho dúvidas!

 

Lindo! Adoro inversões de sentido. Não estivesse eu de olho noutro macho e aquele teria marchado.

 




Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
Sissi na FHM - Preto, Branco e Verde

Bem sei que esta edição da Bíblia é verde. Que verde é também a cor da vida e do grandioso Sporting. É, obviamente, um tom que não ofende e, pelo contrário, aconchega. Mas esta escolha de pantone fez-me laborar na seguinte questão: de que cor é o sexo? E rapidamente os meus neurónios, quais espermatozóides em missão, correram mais depressa, com aquela alegria no trabalho que só quem trata destas temáticas consegue usufruir em pleno. A conclusão foi simples. O sexo, para esta Princesa que vos escreve, é a preto e branco. E perguntam vocês: «Oh Sissi, pintora exímia de quadros sexuais, e é a preto e branco porquê?» E eu respondo: Elementar, meus caros. Porque não há macho que faça o meu sangue correr mais rápido que um preto de grande calibre, nem nenhum outro faz realçar o branco leitoso da minha pele como estes Deuses de Ébano. Logo, o sexo é a preto e branco.

 
Ao contrário do quem seguramente, estão a pensar, não é a prova de que Zeus existe, localizada algures no baixo-ventre mulato, que mais me atrai nesta espécie de macho. Piças muito grandes atrapalham o acto e fazem pequenos cortes nos cantos da boca. Definitivamente, não é por aí. O que me motiva, exorta, puxa, entusiasma, enfim, dá tesão, é a cor, nos antípodas da minha, as quais, juntas, provocam uma excitação só comparável a uma cena de sexo em cenário proibido. É uma certa noção de transgressão, de fora-da-lei, que me agrada. A convenção social de não «ser suposto» incentiva-me ainda mais.
Para além disso, o macho negro exala uma confiança na sua masculinidade e sexualidade que raramente se vê nos restantes, colocado e vivido daquela forma. E isso é uma coisa que dá confiança, que nos permite intuir, com algum grau de certeza, que o tempo passado com aquela torradinha queimada não será em vão.
 
Por esta altura, deverão estar as leitoras desta Bíblia já a pensar: «Oh Sissi, princesa do ébano sexual, e como é que fazemos para experimentar semelhante iguaria?» E eu respondo: como sempre, sentem-se e leiam.
 
Ainda não sei quem é a boa deste mês, mas tenho acompanhado com fervor o doc-reality na SIC Radical sobre o casting FHM, de seu nome A Vida e a Bela. É um registo das belas todas juntas, o que me dá vontade de mergulhar para o meio delas, entrelaçar-me por entre as carninhas rijinhas, qual Tio Patinhas prescrutando a montanha de moedas. Enfim, só coisinhas boas na Bíblia. Como de costume.



Terça-feira, 28 de Outubro de 2008
And the award goes to...

 

Há dias em que a pessoa acorda e percebe que ganhou um prémio. Ainda por cima, um prémio tão bem ilustrado por esta grande querida aqui em cima, com um nome tão apropriado, como Casta, que epitomiza, como sabem, tudo o que sou.

 

Um grande bem-haja ao Miguel, que tem o melhor blog desta blogosfera, ao qual recorro em dias em que preciso de me certificar que Zeus existe. Ele concatenou só para nós todas as gajas boas do mundo, num esforço de actualização carregado de bom gosto. Um mimo que vos convido a ver e a linkar assim como aqui está: http://edeuscriouamulher.blogs.sapo.pt/

 

Diz este amoreco que tenho que linkar o blog (done) e nomear mais 13 blogs, passando o testemunho. Sucede que sou egocêntrica, acumulo com narcisista e com a mania que sou boa (sendo que sou mesmo), o que me permite passar ao lado da blogosfera em grande estilo. Só vantagens, portanto.

 

Mas agradeço, prostrada, a distinção, bem como a foto, naquele estilo clássico de «quanto é que me dás se eu te mostrar o que tenho aqui escondido...?» Adorei! It´s so me!

 

Cumps caríssimo. Mande sempre.

 

 




Domingo, 26 de Outubro de 2008
Good in bed

Vai-se a ver, e o que o guardávamos de forma quase dogmática revela-se falso. O que julgávamos saber, fruto da experiência, torna-se numa manta de retalhos. E o que reservamos para nós e sob os quais assentamos comportamentos muda de repente sem pré-aviso.

 

Posto isto, o que caralho é ser bom na cama?

 

Sempre achei que o conceito de boa ou má foda era injusto. E estúpido. É como saber beijar. Não há bons nem maus beijos, como não haveriam boas ou más fodas. Há apenas pessoas que se encontram que beijam e fodem de maneira diferente. Até que cresci e o Palácio começou a ser um entra e sai de machame, de todas as formas, feitios, cores. credos e proveniências. E uma nova ordem sexual emergiu e acertou em cheio na minha sobranceria fodal: há más fodas, e há maus beijos. Há pessoas, homens e mulheres, que fodem muito mal e beijam ainda pior. Há performances universalmente más e pessoas que universalmente não se queixam.  Mas não há culpas aqui. Mesmo. O que há é uma grande dose de medos e de desconhecimentos que não desaparece com a trivial discussão de géneros.

 

Vai daí, Sissi, em mais um acto de extraordinária bondade e beleza, vai abrir aqui a discussão. O que caralho é ser bom na cama? E, por favor, não se insultem nem me cansem a beleza, que é muita, utilizando o discurso gasto e batido de os homens isto e as mulheres aquilo. Falem do que gostam e do que gostariam de ter. Sejam positivos. Não me irritem.

 

Sissi em Oprah mode




Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008
Sissi Responde - Eu tenho dois amores

(...)Pois bem, mantive uma relação longa (demasiado!) com um homem, uma relação baseada no sexo, na liberdade, no divertimento e prazer. Era o tipo de homem que eu ligava e dez minutos depois já o tinha ao meu lado. No meu disto tudo, quando cresceu o amor, a gente tentou-se afastar. Acabado este relacionamento/sexo muito, encontrei um homem mais velho uns anitos que eu, com uma pujança sexual de se louvar, mas (e aí é que está o problema) é um louco por mim, demasiado até. Sabe o sonho de homem perfeito que qualquer mulher tem? É ele. O que atura as compras, os dias em que a mulher se sente feia, gorda, e até mesmo quando se está com o TPM ele aguenta. Enfim, uma jóia, e incluindo o sexo que era do melhor. Por vontade dele, começou um semi-namoro que de repente virou namoro sério, e que eu ainda estou para aqui metida e não sei como, e as duas tentativas de final de namoro resultaram muito mal. O pior é q voltei a ter uns telefonemas do meu tão aclamado homem das horas vagas ou para além das horas de expediente, e as saudades de pular a cerca são imensas. Para piorar tudo, o homem perfeito, já como diz o nome, é perfeito demais para arranjar defeitos não me dando motivos para um fim de namoro.
 
Mas diga-me cara Sissi, eu que sou uma adepta da liberdade, das boas quecas quando e com quem me apetece, como me desfaço disto? Em plena faculdade e repleta de gajos tão apelativos e em plena idade de divertimento e com as mesmas necessidades que eu, o que posso fazer para alterar isto?

 
 

Ora aí está uma problemática com a qual me debato amiúde: faço por ter parceiro certo perdendo a certeza de vários parceiros ou continuo de crina ao vento, aproveitando tudo o que a vida tem de melhor? Depois de muito tempo e aturado estudo, só posso concluir que o caminhar se faz caminhando, ou seja, não vale a pena intelectualizar o que só se aprende vivendo. Por partes.

 

Há coisas na sua missiva que me escapam. Ora se tinha uma relação baseada no sexo, no divertimento e na liberdade, e da qual, mais tarde nasceu o amor, afastaram-se porquê? O amor não era em stereo? Fiquei sem entender… Depois encontra macho adulto e pujante, mas diz que é demasiado louco por si. Também não entendo. No meu léxico a palavra «demasiado» nunca se aplica quando a restante frase é «louco por mim». Please, não caia nessa falácia de que os homens não podem estar demasiado babados. Eles não só podem, como devem. O que eles não devem é perder-se no meio de nós, deixar que o que sentem os ofusque como seres pensantes. Isso é que não convém. Mas é deixá-los gostar, em doses cavalares. Está nessa relação não sabe bem como e quer acabar mas não consegue. E porquê? Porque essa pessoa a atura em tudo, fode bem, vai às compras e, pasme-se, não tem defeitos.

 

Ou seja, você é uma grande sortuda! Os dois homens pelos quais pende são de uma casta rara, diria mesmo, do outro mundo. Mas mesmo assim são príncipes que carregam um sapato que não é o seu número. Pergunta-me o que pode fazer para alterar isso? Antes de mais, talvez pudesse perceber, REALMENTE, o que é que gosta num e noutro e, de seguida, aferir se quer o que eles lhe oferecem. Porque, de facto, liberdade todos queremos. Quem não quer ter um significante em casa e vários significados fora? Eu, como lhe disse, partilho do mesmo enunciado. Procuro uma alma caridosa que perceba que o Palácio só tem um lugar cativo, o meu, e que todos os outros são bilhetes de época. Estão enquanto estiverem bem. Se é para estar mal, dramalhões de segunda e birras de quarta classe, andor que a minha cútis não aguenta.

 

Quanto a si, parece-me que há por aí razões encapotadas que a fazem vacilar perante o (aparentemente) seguro e a mandar-se de cabeça para o (aparentemente) inseguro. Não tenho uma resposta concreta para lhe dar. A não ser uma La Palissada das antigas: ninguém é perfeito. Nem o primeiro macho que teve o topete de deixar crescer sentimentos impuros como o amor… Em suma, se não gosta do seu namorado, deixe-o. Deve-o a si mesma e ele. Se decidir voltar on and off com o macho mais novo, faça-o sem o preconceito do afecto. Faça o que fizer, respeite-se. E ENJOY!

 

Disclaimer: Este consultório não é profissional, como imaginam. Aqui não se resolvem problemas, conversam-se. O que terá apenas a importância que cada um de nós lhe der. As questões serão respondidas por ordem de chegada. Missivas para aqui: princesa-sissi@sapo.pt

 




Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008
She and Mrs. Jones

Este Palácio é, sem dúvida alguma, o mais animado, curioso e ambivalente de todos os sítios desta blogosfera. Para além do espectáculo que decorre perante os vossos olhos, há um outro, privado, que decorre nos aposentos situados numa outra ala.

 

Há um ano atrás, recebi um mail de uma muy querida e desaparecida súbdita, Mrs. Jones, que escreveu para o Sissi Responde dando conta dos sonhos eróticos que tinha com o cantor Paulo Gonzo. Depois do animado debate da altura, e tendo em conta o insólito da personagem, pensei que, de facto, as fantasias são só nossas, inimitáveis e vividas de um modo que, talvez, também nos defina. Qual não é o meu espanto quando, há duas noites, recebo outro email, do país da Tropicália, que dava conta excatamente do mesmo: o Paulo Gonzo támbém lhe polvilha as fantasias.

 

Posto isto, deixo-vos a mensagem, deviamente autorizada, que mostra que a nossa cabeça e as nossas fantasias nem sempre se vergam ao socialmente estabelecido. Avé!

 

Bom fim-de-semana!

Enjoy!

 

Olá, princesa, gostaria de lhe contar que me deparei com um artigo no seu blog de 1 de fevereiro de 2007, sobre o caso de uma mulher que dizia ter sonhos eróticos com o cantor Paulo Gonzo. Pois bem, eu sou brasileira e vivo uma experiência semelhante a essa. Pra ser sincera é a mesma...Confesso que senti um alívio quando li aquela história toda, não estou sozinha no reino das esquisitices. Você já deve estar imaginando do que se trata... Mais uma louca que te aparece...é que eu também tenho sonhos eróticos com o Paulo Gonzo (pausa para risos), mas eles me acontecem acordada mesmo, na imaginação. Realmente achei muito engraçado o relato daquela mulher, então nem me esforçarei para dar tons de humor ao meu relato, a própria situação, aliás, já é cômica por si mesma. Mas ao contrário dela já não me acho mais anormal, até gosto disso, não fosse caso de eu ser brasileira e ter quase 20 anos de idade e nunca ter tido experiências no mundo das pessoas crescidas ...e não por falta de oportunidades mas por ter como meta de vida "estreiar" com alguém muito especial, nem preciso dizer quem....(risos). Tive até a pachorra (coragem) de transformar minhas peripecias imaginarias em um conto devido a minha inclinação literária. Será que o Gonzo iria gostar de mim? Passo pela vida a me indagar isso... (risos de novo).Ai, eu acho o "Paulinho" tão gostoso, tão atraente, só de imaginar aquela voz linda e aquele sotaque lusitano pertinho do meu ouvido eu me derreto toda...Enquanto isso, espero pela oportunidade com o Gonzo, mas que não demore muito... Portugal, aí vou eu!...Espere por mim, Paulo!...   (Sua Súdita Brasileira)...




Quinta-feira, 16 de Outubro de 2008
Sissi na FHM - It´s war!

Se pensarmos na Guerra como uma tour de force para obter poder, então a Guerra dos Sexos é a mais longa, duradoura e prazerosa forma de o obter. E perguntam vocês: «E porquê grande Sissi, General do Sexo bem dito e bem feito?», e eu respondo: Porque entre o ganhar e o perder, no meio do deve e do haver, não há feridos nem mortos nem populações dizimadas. O cardápio desta contenda inclui orgasmos, posições e situações que em nada se parecem com uma guerra. Et pourtant (hoje acordei galicista), ela existe. E porquê? Porque tem muito mais piada assim…

 
Ora vejamos. A cama é um campo de batalha, mais ou menos encapotado, onde o nosso carácter espreita a cada gesto. Todos nós somos, predominantemente, activos ou passivos dependendo de uma série de factores nem sempre perceptíveis. Quando estes papéis estão bem definidos tudo corre sobre rodas. A nossa Rosa dos Ventos aponta sem falhar os pontos cardeais a que pertencemos e onde nos sentimos bem e o sexo é um mar flat em dias de marés vivas.
Porém, e porque uma Guerra sem bazucas e morteiros não tem piada nenhuma, a nossa natureza tem momentos em que nos prega rasteiras. Uns dias podemos gostar de levar com ele por detrás, nos outros apetece-nos montar o macho como um touro mecânico. Momentos há que somos definidos mais como um género calmo de «venha a nós essa grande piça» e outros, mais afoitos, de «ora vamos cá ver onde é que te vou comer hoje». E é aqui que o Plano de Guerra tem de ser equacionado. Porque enquanto os soldados comem e calam, tudo corre bem nas trincheiras. Mas quando os soldados querem variar a ração, as patentes superiores amotinam-se.
 
Estimados Súbditos do Reino de Sissi, no variar é que está o ganho. Se a vossa parceira está um ano inteiro a pedir uma canzana e, de repente, lhe apetece fazer-vos um botão de rosa, mandem as mãos para o céu e digam «Hossana nas Alturas». É sinal que não andam a comer uma morta-viva e que do outro lado há alguém com vontade própria que gosta de variar – afinal, a chave para o bom sexo. Não adjudiquem significados e significantes a uma coisa que é apenas o que é: sexo é prazer. São corpos, sensações e pulsões, enfim, um cabaz de informação suficiente para vos deixar entretidos enquanto o praticam. Colocar mais pólvora dentro dessa baioneta é arriscar-se a perder a guerra por falta de comparência do adversário. Mesmo que ele lá esteja…



Terça-feira, 14 de Outubro de 2008
Louvado seja o senhor!

Estava eu ontem esparramada no sofá king size que ornamenta uma das salas deste palácio, TV ligada na SIC Grelo, quando o mundo se vira ao contrário e o impensável acontece. No meio de séries e programas frívolos e manhosos (os meus favoritos), eis que a minha heroína, mulher em caixa alta, raínha da minha televisão privada, entra pelos lares portugueses qual foguetão em modo lançamento. Súbditos e Súbditas, Talk Sex, da maravilhosa Sue Johnson, passou ontem no canal mais insípido e morno da história do audiovisual português.

 

Aconselho-o com todo o fervor, e já em delirium tremens, porque não há outro programa assim. A Suezinha é um amor de querida, poderia perfeitamente ser a vossa avó, não fosse ter um programa de TV em directo, onde recebe chamadas do público - reparem que a combinação chamadas do público/programa de sexo em directo é só para que tem os cojones no sítio tal é a probabilidade de correr mal - e fala dos mais variados sex gadjets e demais fait divers que muito aprecio.

 

É inacreditável a forma suave e natural com que diz coisas tão importantes como «o golden shower é uma espécie de fetiche. É quando o parceiro quer urinar em cima de si. Embora também haja quem esteja mais virado para as fezes.», com uma carinha que dá vontade de dar beijinhos e abracinhos.

 

No fundo, Sue Johnson rules! E finalmente meteram um programa de sexo no canal das frígidas. Pode ser que agora comecem a foder e a coisa arribe.




Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008
Temos rabetas!

Depois da animação da semana passada, e sendo que também eu tenho uma bicha dentro de mim, que me dizem dos homens que assumem o seu lado feminino nos mais variados quadrantes da sua vida e das mulheres que vivem uma masculinidade encapotada de modernice social? Como por exemplo, as mulheres que saem para trabalhar enquanto os homens ficam em casa a cuidar dos filhos. Não os há aos pontapés por aí mas a inversão destes papéis sociais já é visível em alguns cantos do planeta. Pergunto: estes homens também são rabetas? E estas mulheres, fufas da pior espécie? Quem põe um aventalinho e faz o jantar deve estar, segundo alguns conceitos aqui expressos, a poucos quilómetros de uma língua no cú. E as gajas? A trabalhar fora, a trazer a guita para casa, mais um bocadinho estão a crescer-lhes tomates e elas em frente à televisão a coçá-los. Pergunto novamente: também há rabetice nisto?

 

Agora vou ali acabar de escrever um livro porque aqui em casa homem não entra, logo tenho eu que pagar as contas. Oh caralho. Acho que acabei de assumir uma fufice entranhada. Bolas. Só coisas que chateiam e aborrecem...




Quarta-feira, 8 de Outubro de 2008
Coaching e pipis

Bolas, a pessoa chega a casa, ao fim de dar 5 dias de formação de Coaching, entra no palácio, serve-se de um red wine da mais fina casta, senta-se a ler o que os súbditos têm para dizer e depara-se com este espectáculo. De facto, nada como uma linguazinha na peida para fazer levantar a moral dos mais empedernidos machões. Adoro. Tantos que já me passaram pelo estreito que se arrogavam  em muito homens e com um dedinho no sítio certo tinham orgasmos de uma intensidade parva. Lindo.

 

Maneiras que a eles, e cheia de peace and love inside, digo-vos que já comi muito pipi, muitas vezes enquanto me visitava uma piça, e não me lembro de ter mudado o que quer que fosse. A não ser o facto de me permitir ter prazer de muito mais formas. Mas isso na volta não é importante. Deixai-vos estar grandes queridos.

 




 
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