Quinta-feira, 31 de Julho de 2008
Vive la France

Os italianos são tesudos, os espanhóis encantadores, mas nenhuns são refinados como os franceses. Et pourtant, personne les aime. Sauf moi.

 

Madames et Messieurs, je vous prie de rester pendant trois minutes. Truffaut et les femmes.

 

http://uk.youtube.com/watch?v=3jwmrEHKHtY

 




Segunda-feira, 28 de Julho de 2008
A Oeste tudo de novo...




Quinta-feira, 24 de Julho de 2008
Work, work, work!!

Estou oficialmente no lodo laboral. Já obliterei da minha mente os fins-de-semana a Oeste, o onanismo bi-diário, o galanço generalizado aos homens (e algumas mulheres)aqui do escritório, a preparação das férias que só chegam em Fevereiro, as aulas de Muay Thay e mais umas quantas sinecuras das quais é feita a minha existência.

 

Por mais que eu me esforçe, e esforço, o dia só tem 24 horas e eu já roubo umas cinco a Morfeu. Por isso, tenham lá calma e paciência que a semana já está a acabar e pode ser que isto para semana se recomponha, que Sissi já não aguenta a falta do cheiro a macho nos lençóis de linho monogramados por muito mais tempo.

 

Até lá, Enjoy!




Terça-feira, 22 de Julho de 2008
And she´s back!

E a beleza da blogosfera é mesmo esta. Quando achamos que perdemos o rasto às pessoas que julgamos conhecer pelas letras que vão desenhando no blog, eis que elas aparecem, renovadas e vitaminadas, como que a mostrar que a inexorabilidade de certas ausências podem ser compensadas pela alegria de outros tantos regressos.

 

Devo à Maria Lua ter criado o Cenas de Gaja. Por razões encriptadas e que não vêm ao caso. Ele foi comprar tabaco mas voltou, com um palácio mais renovado na minha beloved London. É ali que tenciono voltar para a ver e para sentir as saudades de uma cidade que será sempre a minha.

 

Mary Moon, welcome back!




Sexta-feira, 18 de Julho de 2008
I´m just a gigolo and everywhere I go people know the part I´m playing

Este post vai especialmente para todos os que já tiveram a gentileza de me convidar para jantares, almoços, get together, encontros, missas, lanches, praias, cinemas, teatros, tertúlias e programas afins.

 

Deixo-vos o link e apenas uma informação, que perceberão no final.

1.224 dólares/hora.

 

Enjoy!

 

http://hellarity.us/in-bed/index.php

 




Quinta-feira, 17 de Julho de 2008
Sissi Responde - Infidelidade

Princesa, descobri o teu blogue este fim de semana e achei realmente o máximo!!!
Queria colocar uma questão, porque teimam os homens ao serem infieis, dizerem que amam a namorada???

 

Súbdita Devidamente Identificada

 

Estimada Súbdita,

penso que falamos aqui de coisas diferentes. A minha vasta experiência de mastigadora diz-me que, para a maioria dos homens, sexo e amor são coisas diferentes. Ou seja, o facto de foderem uma gaja por fora não implica que não amem a que têm. Provavelmente implicará outras questões ligadas à relação propriamente dita, como a rotina, mas o afecto e o sentimento está lá e não são uns passeios na relva mais verde do lado de lá da cerca que alguma vez porão isso em causa.

 

Bem sei que é complicado para nós, mulheres, entendermos isso, quando, quase por inerência, temos tendência a colocar tudo no mesmo carrinho de compras. Se os amamos somos fiéis, parágrafo. Quando na realidade, a fidelidade não passa apenas pelo farejar do corpo de outro alguém. Quando flirtamos activa e abertamente no messenger com alguém que se adivinha carne nova estamos a ser infiéis? Cada um com a sua.

 

Também os há que gostam de passear fora das premissas da relação exactamente para que a possam manter. Como se foder outra gaja fosse colutório para conseguirem continuar a comer a que têm, fugindo à rotina e aos centímetros de corpo tantas vezes percorridos.

 

Maneiras que é isto. A larga maioria dos homens que conheço daria sem pensar uma foda por fora sem que isso pusesse em causa a sua relação nem o substracto que a alimenta. Nada do que construimos dia a dia com a pessoa com quem estamos entra no campeonato da química, tesão, you name it, que podemos sentir por outras pessoas. A escolha da infidelidade fica a cargo de coisas bem mais prosaicas como o trabalho que dá ou a probabildade de se vir a saber.

 

Disclaimer: Este consultório não é profissional, como imaginam. Aqui não se resolvem problemas, conversam-se. O que terá apenas a importância que cada um de nós lhe der. As questões serão respondidas por ordem de chegada, todas as quintas-feiras. Missivas para aqui: princesa-sissi@sapo.pt

 




Quarta-feira, 16 de Julho de 2008
Palavras

Portanto, lá porque se fala de broches, conas e caralhos, a pessoa não pode falar de afecto e amizade. Porque se chupam piças como se não houvesse amanhã, não se pode homenagear os amigos em alturas tristes ou alegres. Porque somos mestres no engate e adoramos uma boa canzana não podemos ousar pensar em amor e afecto.

 

Podemos ser umas vacas mas não podemos mostrar que gostamos da relva verde do pasto.

 

Ora, um grande «getalaife» para alguns de vocês.




Terça-feira, 15 de Julho de 2008
Parabéns

Meu amor,

 

quando me detive a fazer as contas sobre o tempo que passou por nós assustei-me. Não por serem muitos os anos - embora, convenhamos, 17 é quase uma vida - mas porque não me lembro que o peso de tempo se tenha detido em cada um deles. Ao contrário, a minha memória de peixe-balão, que sabes que tenho, lembra-se de cada lustro como se carregasse no play e revisse o filme vezes sem conta.

 

De tudo o que gosto em ti, agrada-me, sobretudo, que, apesar de entrares todos os dias em casa de toda a gente, continues a entrar na minha com a leveza com que o fizeste sempre, mesmo quando te neguei presenças em dias festivos...

 

Fica aqui prometido meu amor, faças tu os anos que fizeres, lá estarei sempre pronta para te ver ao longe, enquanto as dezenas de amigos te telefonam e dizem ao vivo o quão maravilhoso é para elas que lá estejas, mesmo quando não estás. E daqui a uns anos, no nosso condomínio privado, onde entrarão apenas aqueles que escolhemos para partilhar rugas e reumático, tenho a certeza que lá estaremos a «preconizar» coisas e loisas que só nós entendemos, com olhares que não carecem de textos e palavras inauditas ditas no mesmo nano segundo.

 

E aos meus filhos, teus afilhados, mostrarei as fotos da viagem de finalistas (aquelas onde só eu apareço, lembras-te?) e das muitas que estarão para vir, explicarei quem são a Olívia Costureira e a Olívia Patroa, e contarei como sempre foi divertido e quentinho o teu colo e o teu amor.

 

Pensando bem, és o único amor constante na minha vida e o que vejo quando exercito o futuro.

 

Parabéns meu amor.




Segunda-feira, 14 de Julho de 2008
Historinhas de encantar

Enquanto o meu contorno intelectual se consome por via da labuta, impedindo-me de vos brindar com pérolas de fino recorte literário, aqui ficam exemplos de algumas leituras que partilho convosco, passíveis de suscitar comentários, também eles de elevada craveira. Pelo menos assim se espera.

 

(...) Sentir menor desejo em corpo e espírito que se ama, perceber que o outro beija distraído antes de virar as costas e adormecer pode provocar mossa bem maior do que o envelhecimento das entranhas.

 

Júlio Machado Vaz, Estes Difíceis Amores

 

 

 




Segunda-feira, 7 de Julho de 2008
Para a minha Mana Cavaleira

"The horror of that moment," the King went on, "I shall never, never forget!"  "You will, though," the Queen said, "if you don't make a memorandum of it. 

 

Lewis Carroll, Through the Looking Glass, 1872
 

 

Meu amor,

é mesmo isto. Não há nada que possamos fazer quando a pessoa que pensamos amar para sempre nos diz que há outras paragens que vale a pena conhecer e que nós não estamos lá. Depois, cai-nos a ficha e pensamos que morremos, que nunca mais vamos gostar de alguém assim, que não somos dignos. Revisitamos lugares para memória futura, choramos, berramos, desesperamos. Prosaicamente, não comemos, não pensamos, não somos nós. Somos outros de quem a vida, de repente, se esqueceu.

 

E um dia, a mesma vida que nos tirou o sorriso volta a colocá-lo, lentamente, pé ante de pé, mais brilhante e bonito que nunca. O que ficou de permeio é uma enorme montanha russa manobrada pelos tropeços da memória e dos nossos próprios demónios combinado com um punhado de bons amigos cujas existências alugamos em prol do nosso bem-estar.

 

Aconteça o que acontecer, promete-me meu amor que o teu diário não vai ser um «memorandum» de dores refervidas, como diz a rainha no conto do Lewis Carrol. Promete-me que as tuas páginas vão ser alvas e bonitas, tal como tu.

 

Cá estarei. Não como sempre, nem como dantes, mas como daqui para a frente.

Tua,

Sissi




 
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