Segunda-feira, 30 de Junho de 2008
Gay pride

Sábado foi dia de gay pride. O orgulho gay saiu à rua e estacionou na Praça do Comércio para gáudio das kings and queens do burgo. Sissi arrastou as carnes rijinhas até ao centro da cidade e com as suas manas cavaleiras aproveitou, e bem, este ajuntamento urbano que tem tanto de colorido quanto de caricato.

 

Por razões que me ultrapassam, o nosso gay pride é feiote e pobrezinho. Em termos de organização e estrutura, é assim um poutpourri de festa da aldeia e venda de garagem. As barraquinhas vendem todas o mesmo, são todas iguais e são igualmente feias. Não fosse o colorido dos utentes, aquilo poderia ser apenas uma concentração de roulottes. Calculo que o dinheiro não abunde, que o cariz da coisa possa paralisar, mas imaginação não falta e ali houve de tudo menos isso.

 

Esta semana ruminarei sobre estes assuntos, mais cor de rosa. Sobre gays. Homens e mulheres. E escusam de vir com comentários homofóbicos, dichotes parvos e pensamentos idiotas. Honestamente, não estou interessada. 

 

Amanhã: Homossexualidade masculina.  

 




Sexta-feira, 27 de Junho de 2008
Pensamen(tesão) de Fim de Semana

O calor aperta, os corpos distendem-se e a cabeça exige estímulo. Sissi é boa (princesa), Sissi é boa (amiga), Sissi é boa (leitora). E como para os meus súbditos apenas o melhor, o filet mignon da cultura, Sissi vai despedir-se desta semana tão divertida exortando novamente à leitura, com uma citação do seu mentor, o seu guia espiritual. Ora atentem.

 

PARA SEMPRE SOLTEIRO

 

Todos os anos, na noite de Ano Novo, eu tinha de ter orgasmos à meia-noite em ponto. Não há quem coma passas? Eu preferia comer gajas! Quando começava a ouvir as doze badalas o Zézinho tinha de estar em acção. Esse ritual para mim era uma espécie de amuleto igual ao de um jogador antes de entrar em campo, o Zezé tinha de o ter ocupado, se ele começasse o ano a funcionar, ia até ao fim sempre a dar gás. Tudo o que eu queria era ter sorte no ano seguinte.

 

Zezé Camarinha, in Zezé Camarinha o último macho man português, Livros D´Hoje

 

Maneiras que é assim. Ponham os olhos neste visionário. Um homem focado, com senso de missão, que elabora e concatena planos e objectivos em prol de uma causa maior, que pensa, dirime, elocubra, que conhece por dentro e por fora o significado da palavra sacrifício, um optimista que olha para frente com um sorriso nos lábios. O homem sonha e o mundo avança graças a homens como este.  Zezé és grande. Estás no coração de Sissi.

Avé.  

 

Bom fim-de-semana.

Enjoy!

 

 

 

 

 

 




Quinta-feira, 26 de Junho de 2008
Sissi Responde - O vómito

Tenho 23 anos e namoro há poucos meses com o meu namorado. Damo-nos muito bem, principalmente no que toca à vida sexual, na qual já temos os dois uma experiência considerável. Gosto muito (e sempre gostei) de praticar sexo oral, e o meu namorado gosta muito de ser o feliz receptor deste acto, o que o torna ainda mais apetecível. Gosto muito também da consequência final e é para mim muito excitante que ele ejacule sobre mim ou na minha boca.

Mas tenho um problema: tenho um reflexo de vómito incontrolável quando isso acontece (quando ele ejacula na minha boca). É muito frustrante não conseguir fazer uma coisa que acho mesmo excitante, e mais frustante ainda tentar explicar-lhe que este reflexo não quer em nada dizer que não gosto do que estou a fazer!! É estranho?? Serei a única?? Por favor ajude-me Princesa!!

Súbdita Devidamente Identificada

 

Estimada Súbdita,

antes de mais nada disso é estranho nem é a única. Tirando eu, e talvez algumas putas, não conheço mais nenhuma mulher que se sinta assim tão à vontade com o esperma. Eu gosto de o ter um pouco por todo o lado, seja dentro ou fora. Não sinto o mínimo nojo, prurido ou culpa (sim culpa, também as há assim). Mas compreendo que nem todas sejamos assim. O acto de brochar é intuitivo mas também obedece, mais do que a regras, a posições de conforto individual. Ou seja, mais do que saber o que é standard na situação, o que importa é o que é bom para cada um. Seja lá o que isso for.

 

No seu caso, Estimada, e porque não sei porque razão lhe dá o vómito - se pelo sabor ou por qualquer outra razão - aconselho-a a um treino que assenta, antes de mais, no relaxamento. Se estiver sempre a pensar no vómito não vai poder disfrutar do broche. E para isso mais vale estar quietinha. Tente que o seu namorado não ejacule para dentro da sua garganta. Aí sim vai ver o que é vómito... Mesmo que seja praticante do deep throat, como eu, quando perceber que o orgasmo aflora, tente subir a boca até à glande e deixe o esperma ficar por aí. Pelo menos até se habituar. E acredite: é mesmo uma questão de hábito.

 

Se o problema persistir, deixe a questão de lado por uns tempos. Volte a insistir, se quiser, mais tarde, mas não demasiado. As águas paradas também dão o seu fruto.

 

Boa sorte e vá dando notícias.

 

Disclaimer: Este consultório não é profissional, como imaginam. Aqui não se resolvem problemas, conversam-se. O que terá apenas a importância que cada um de nós lhe der. As questões serão respondidas por ordem de chegada, todas as quintas-feiras. Missivas para aqui: princesa-sissi@sapo.pt

 




Quarta-feira, 25 de Junho de 2008
Engate 101

E eis a razão pela qual não pego ninguém.

 

COMO ENGATAR UM GAJO DE UMA PENADA

 

Fácil. Facílimo. Vamos partir do princípio há uma atracção latente entre macho e fêmea, que um e outro já se olharam e cheiraram. A fêmea já decidiu que quer o macho. O macho vai pensar nisso quando chegar a casa do jogo de futebol.

 

A fêmea, expedita e com capacidade de elaborar e produzir em quantidades mais que apreciáveis, terá de munir-se de ofensivas técnico-tácticas, ao estilo Gabriel Alves, para caçar o macho, que nesta altura ainda não sabe o que lhe vai acontecer.

 

A primeira investida é importante. A fêmea tem que mostar ao macho que este se encaixa no seu dente canino, mas que, apesar de tudo, ela ainda não tem fome e portanto ele deve ficar atento que em breve ela lhe trará mais notícias a respeito. Uma coisa assim meio toca e foge. Estou aqui e já não estou. Olha para mim tão gira a dar-te bola e agora olha para mim a ir-me embora.

 

A segunda investida é ainda mais importante. Quando eles, uma semana depois, ainda estão a tentar perceber que tufão foi aquele que os despenteou, as fêmeas devem voltar à carga. Inventem uma manobra de diversão, vistam o vosso melhor fatinho domingueiro e ataquem. Um bocadinho de mamas é essencial. Mas não muito. Não vão querer correr o risco de caírem na gaveta do «boas para foder». O objectivo aqui é simples: vocês querem ter o autocolante do «queridinhas e boas para levar para casa». (depois se vão ou não é outra história, mas este rótulo é bom porque dá para foder e bazar ou para foder e ficar).

 

O ataque deve ser feito com cuidado. Devem dar SEMPRE aquele ar que é um misto de coquette com pessoa a precisar de ser salva, apontando, simultaneamente, ao lado paternal do macho e à sua respectiva piça. Tiro e queda. Sobretudo, se não se armarem em galifonas (como eu) eles não vão achar que vão ser comidos e relaxam.

 

Ora, quando eles já estiverem assim bem relaxadinhos, seguros portanto, quando estiverem prestes a convidar-vos para o próximo jantar em casa dos pais, vocês começam com dúvidas. Que está a ir muito depressa, que gostam dele mas calma, muita calminha, que foram feridas na última relação e tal e tal yada yada. Metem-lhe um travão e aguçam-lhe ainda mais a vontade.

 

MUITO IMPORTANTE: o sexo só deve passar-se lá para o quarto ou quinto encontro. Até aí já se enrolaram e apalparam e já lhes mostraram a bomba que são. Já desvendaram que são fogosas mas que não são fáceis. E que eles devem esperar.

 

Em suma grandes queridas, a chave é só uma: dar e tirar, esquerda e direita, sim e não. Todos os machos gostam de um puzzle embrulhado em boas curvas. Ou mesmo só boas curvas. Não exagerem na dose. Tenham calma, mostrem-se por um lado assertivas por outro frágeis. Deixem que eles pensem que a presa são vocês e que caçar é de macho. Deixem-nos pensar o que quiserem. Desde que o agir fique do vosso lado.

 

É tiro e queda. Mas é demasiado fácil. E aborrecido. E por isso não pego em ninguém.

 




Domingo, 22 de Junho de 2008
Holding

«Então e tu? Não pegas em ninguém?»

 

Foi esta pergunta lancinante que pôs termo a uma conversa banal e simpática. O meu amigo estava exultante por ter encontrado alguém de quem gostava e eivado de sentimentos nobres mandou para o espaço a questão: então e tu? Não pegas em ninguém? Pensei em várias respostas para lhe dar. Teria gostado de lhe apaziguar a culpa cristã que só uma pessoa feliz e recém-apaixonada sente. Como se fossem atingidos por qualquer coisa que os impregna de uma especialidade que gostariam de explicar e passar aos outros.

 

Dias depois percebo que não. Que não pego em ninguém. Pelo menos enquanto achar que o compromisso me mata, que as pessoas me enfraquecem e que a solidão me salva. Ou então, enquanto não encontrar alguém que me faça pensar o contrário.

 

Há coisas que se dizem (e pensam e sentem) nestas alturas em que «pegamos nas pessoas» que não condizem com a minha natureza inquisitiva. Que caralho é um «projecto de vida em comum»? Casar e ter filhos? E quem não quiser ter filhos? Que projecto é que pode ter? E quem não vir utilidade no casamento?  Nem na vida sob o mesmo tecto? Que projectos de vida restam a pessoas assim?

 

Aos 33 a questão não me atormenta mas toca-me. Sou uma romântica com consideráveis doses de cinísmo e cristalizei no celibato. Não «pego em ninguém» porque ainda não me foi oferecido um modelo de relação que me interesse. Alguma coisa que possa crescer e viver em liberdade, assente no respeito pelas premissas estabelecidas e que perceba que it takes two to tango. O afecto, o erotismo, o sexo, a tesão são valores que a inexorabilidade do tempo se encarrega de arrefecer e apagar. O que sobra, o substracto com o qual vivemos depois, é a capacidade que temos de viver uns com os outros, sem nos odiamos de forma regular e sendo profundamente amigos.

 

Querido, acho que já te respondi.

 

 




Quinta-feira, 19 de Junho de 2008
Maria Porto rules!

O Sissi Responde vai ter que esperar mais uma semana. Hoje decidi falar aqui de Maria Porto, ou A Tua Amiga, que está prestes a lançar mais um livro. Os teasers a esse livro podem ser encontrados no You Tube e são a melhor coisinha que tenho visto nos últimos tempos.

 

Independentemente do conteúdo, a Maria tem aquilo que falta à maioria de nós: estômago e coragem. Assumir-se puta é duro. Sobretudo porque a maioria das pessoas não entende a sua importância. Não percebe que há quem não viva uma dimensão sexual satisfatória, com ou sem parceiro, e tem de recorrer aos préstimos de alguém abalizado para a preencher.

 

Ser puta é prestar um serviço que mais ninguém presta. É trabalhar num enclave de mercado que bule com o que temos de mais recôndito, escuro e bizarro. O traçado da sua função fá-las acumular encómios: são, a espaços, cortesãs, amantes, confidentes, pais e mães e quer-me parecer que quem se presta a semelhantes trabalhos não deveria ser vista como alguém que vive de sinecuras. Ser puta não é menos importante ou digno que ser outra coisa qualquer. Pagar para ter sexo não é iníquio nem porco. É uma troca de serviços entre alguém que tem para comprar e outra que tem para vender. A função já é dura o suficiente sem venhamos nós apontar o dedo.

 

Por tudo isto e mais, és grande Maria Porto! Vou comprar os teus livros. Tenho, seguramente, muito a aprender.

 

E antes que ressuscitem os Torquemadas, as crianças estão, obviamente, excluídas desta apreciação. 




Terça-feira, 17 de Junho de 2008
A melhor coisa do mundo?

O feliz nascimento de três petizes muito próximos, tão lindos que emocionam, fez-me pensar no quão duro é o papel de mãe. Já não bastavam as dúvidas, medos e inseguranças que qualquer mãe vive e sente, e ainda têm que levar com os educadores-mor, que são, regra geral membros da família alargada que se acham no direito de opinar sobre o presente e o futuro da criança.

 

Começa o festival ainda a criança está sossegada e por parir. Que cesariana não pode ser porque isto e aquilo, e que a maternidade é que é e deixem-se lá de modernices de hospitais particulares, que não se pode comer isto porque aquilo e aquilo porque aqueloutro, que vai ser rapaz, não, rapariga porque a barriga está mais espetada e como toda a gente sabe a barriga espetada é sinal universal de fêmea, e nomes? ai os nomes, tem que ser o cruzamento do nome do avô com a tia da prima, foda-se, que ninguém os cala!

 

E depois a criança nasce, e começa o coro das velhas de novo, porque é a cara do pai, não, da mãe, não o metas a arrotar antes de ter dado quatro bufas, das malcheirosas, se for cólicas, pastos de água quente que os medicamentos só fazem é mal, o quê? não vais amamentar? vaca, mãe desnaturada que só pensa nela, quero lá saber que tenhas carregado 4 quilos de gente durante nove meses és uma egoísta só pensas em ti, leva a criança à médica da caixa, que a Dra. é muito tua amiga e tratou de ti e dos teus irmãos, oh cum caralho!

 

E as mulheres? Já não basta deixarem de ser as Joanas e as Patrícias, as Ineses e Marias para passarem a ser as «mães de» como ainda têm que passar pelos encómios de uma maternidade com a buzina da sapiência saloia a ecoar nos ouvidos. Nestas alturas, toda a gente é pediatra e, pior, toda a gente tem uma opinião. Sobre os filhos dos outros. O que, convenhamos, é um óptimo lugar para se estar. Muito seguro e quentinho.

 

Ser mãe deve ser, antes de mais, uma alegria. Mas que dura pouco, como sentir deslocado de outros. Ou seja, depois da pura felicidade, começam outras incomodidades que sempre a acompanham, como o medo que ela se acabe. Às mães parece que lhes é exigido tudo. Há o olho gigante do mundo que pende sobre elas, como um cutelo que pode cair ao mínimo desleixo. O mundo quer que as mães sejam boas mães, mas ninguém explica o que isso é. E não explicam porque não sabem. Porque isso não existe. O que existe é que a consciência de cada um determine, a cada momento, o que é o melhor para os filhos. E isso é, como em tudo o resto, altamente discutível e falível.

 

No limite, ser mãe deve ser muito pouco romântico. A vida ainda está por me mostrar que ter filhos é mesmo a melhor coisa do mundo. Mas cá estarei para lhe dar razão. Se for caso disso.

 

 

Ao Francisco, ao José e ao Vicente. Felizmente as vossas lindas mães não são tão cínicas quanto a vossa tia Sissi.




Segunda-feira, 16 de Junho de 2008
Várias (e boas) razões para ver o Euro 2008

Apesar de versada nos requintes da vida, Sissi não renega certos prazeres prosaicos, sendo o futebol um deles. Sou sportinguista desde sempre, sócia há 33 anos, tenho bilhete de época, acompanho o futebol internacional, faço concursos sobre quem acerta mais nomes próprios de jogadores estrangeiros e sei o que é um fora de jogo, de acordo com as novas regras e tudo. Porém, valores mais altos se levantam e há jogos que não se compadecem com as hormonas ululantes que também nos definem. Assim sendo, declaro ser impossível apreciar com exactidão todas as especificidades de uma boa partida de futebol quando a Suécia, a Espanha e a Itália estão em campo. É impossível. Não se aguenta. Ora vejamos a primeira:

 

                                              

 

Freddie Ljunberg, actualmente no West Ham, o Beleneses londrino. Mas podia até ser guarda-redes suplente da terceira divisão em Kuala Lumpur que teria sempre este ar de quem sabe ao que vem e o que faz. Vê-se pelo porte altivo que é um jogador de grande craveira e, sobretudo, valências várias.

 




Segunda-feira, 9 de Junho de 2008
London Calling Toujours

Maneiras que esta semana, Paris e Londres.

Há vidas chatas. Mas a minha não é uma delas...

Hasta! Enjoy!




Sexta-feira, 6 de Junho de 2008
Sissi na FHM - Interessa ma non troppo

 

Há homens que nascem com marsápios pequenos. É um facto, é oficial. Por muito que queiramos invocar tabelas de tamanhos ou contextos biológicos de raça, há piças que são, manifestamente, exíguas. Diria módicas, mesmo. Osctracizadas pelo julgamento alheio, as PP (Piças Pequenas) são, no entanto, capazes de chegar aos mesmos sítios que as outras. Basta para isso que mudem as regras e os caminhos do jogo. E como Sissi sabe que há súbditos que nasceram com este recorte, vai dar-vos o mapa de estradas para que possam, de forma segura e confiante, marchar com Via Verde em direcção aos clítoris desta vida. Coloquem o cinto e sigam-me.

De resto, temos uma pantera africana na capa, com mamas verdadeira, o que já vai sendo raro, sobretudo nas revistas masculina. Mas enfim, falamos da FHM. Só se espera o melhor, portanto.

 

Enjoy!




 
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