Terça-feira, 29 de Agosto de 2006
Back home
Estimados Súbditos,

esta alteza vai passear as suas carnes (rijinhas) pelo burgo. Vão ser umas férias retemperadoras para dourar esta pele leitosa e aumentar os níveis de energia para o Inverno que aqui já chegou, e aí não deve tardar.
A ver o que o Equinócio nos traz...

Passarei por aqui, como de costume. Behave and take care.

beijos e abraços


Segunda-feira, 28 de Agosto de 2006
Simply The Best
Ai Caríssimos...

hoje acordei melosa que nem figo fora do frio e só me apetece enroscar-me à mantinha de cachemira, com o Earl Grey a aquecer-me os dedos, que isto por aqui, de Agosto só no calendário. A tradição já não é o que era e o frio é desagradável. Estou em daydreaming mode, apetece-me ter um ombro para adormecer, uma mão quentinha para afagos calorosos e um coração disponível que acompanhe um espírito livre.

A coisa é tão grave, que depois dos Mecano hoje toca em repeat a Carly Simon, que adoro, e que me diz que Nobody Does It Better... e eu penso «Quando, caralho!, é que será a minha vez de ouvir isto...?»

Enfim. O que que vale é que já são seis da tarde e amanhã é outro dia. Apre!


Nobody does it better

Makes me feel sad for the rest

Nobody does it half as good as you

Baby you're the best

I wasn't looking

but somehow you found me

I tried to hide from your lovelight

but like heaven above me

the spy who loved me

is keeping all my secrets safe tonight

And nobody does it better

Though sometimes I wish someone would

Nobody does it quite the way you do

Why d'you have to be so good?

The way that you hold me

whenever you hold me

There's some kind of magic inside you

that keeps me from runnning

but just keep it coming

how'd you learn to do the things you do

And nobody does it better

makes me feel sad for the rest

nobody does it half as good as you

baby baby darling

you're the best

baby you're the best



Sexta-feira, 25 de Agosto de 2006
Felicidade
Esqueçam os creme anti rides, os banhos de algas, as máscaras de pepino, as crioterapias e outras terapias que tais. O segredo da eterna juventude está em ser feliz e convocar as boas memórias através do que estiver mais à mão. Aqui no Palácio hoje é dia de revival. Acordei com a generosidade de uma caixa de marrons au chocolat (que me fazem lembrar Paris) e com os Mecano no cantante. Bolas! Que viagem...até às festas do colégio, tempos de garagem e de frio na barriga quando slows como este «Mujer Contra Mujer» davam o mote a beijos inocentes.

Bom fim de semana meus caros! Façam por estar bem. Porque se vocês se mexerem o mundo mexe-se convosco... trust me...

beijos a todos.


Terça-feira, 22 de Agosto de 2006
Post completamente inútil
Alguém me sabe dar a receita de uma dieta que faça efeito em poucos dias? Estou no desespero! As bolachinhas cagonas, mais o beagles com salmão e mirtilos, os croissants com dulce de leche (argentino, claro...), os pain au chocolat, gelados vários, pizzas de enormíssima qualidade no Luigi de Chelsea, vinhaça do melhor, tudo isto combinado com reais glúteos alapados no maple, estão a redifinir o contorno desta vossa deusa grega.
Tenho tentado a receita óbvia e mais eficaz - muito sexo - que tento tomar em doses nada moderadas, mas mesmo assim tenho os poignets d'amour a querer tornar-se mais salientes que o devido.


Vai daí como tal, alguém me poderá ajudar, pretttyyyy pleeaaassseee?

Agradecida.
Cumps

publicado por sissi às 15:16 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Segunda-feira, 21 de Agosto de 2006
Uma Princesa é uma Princesa é uma Princesa
Sissi - então e aquele outro flirt? Como é que isso está?

Outra Princesa - Olha, acabei com aquilo.

Sissi - Porquê?

Outra Princesa - Escrevia com muitos K´s...




Moral da História: água e azeite não se misturam

publicado por sissi às 10:54 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 17 de Agosto de 2006
Os Putos
Se as relações humanas fossem como a Bolsa de Valores, o cliché mulher mais velha/homem mais novo estaria em alta, a bater máximos históricos.
As histórias de balzaquianas dispostas a ceder o seu tempo e leito a efebos audazes são mais que muitas, suficientes para deixar a faixa etária correspondente a cofiar a barba de preocupação...

Obviamente não são histórias de amor as que ouço. Ou as que vivo...São caminhos da mais pura e nobre luxúria, valor claramente em queda na Bolsa de Valores sociais, e que vem ao encontro da noção vigente de liberdade sexual reconhecida, primordialmente, por mulheres acima dos 30.

Como me incluo no padrão demográfico citado, falo aqui em nome próprio. Pelo dossel real já passaram duas criaturas excepcionalmente talentosas. A sua magia não nasce do óbvio, embora reconheça facilmente que com as directrizes certas se tornam amantes exemplares. Refiro-me antes à forma terna e segura com que nos fazem acreditar que não importa que o nosso corpo já não seja milimetricamente perfeito, ou que o peito já acuse gravidade, ao contrário das miúdas da idade deles, ou ainda de como se esforçam (aqui mal...) por escamotear um orgulho viril ao presentear-nos, na sua bandeja platinada, o enésimo orgasmo da noite. Toca-me ainda a insegurança que manifestam amiúde perante as nossas outras vidas, longe do prazer que nos provocam. Faz-me sorrir a forma doce com que retiram importância ao facto imutável, e muitas vezes brutal, da decálage de datas de nascimento.

São puros estes miúdos, ainda que rodados. Viajam com pouca bagagem e os seus gestos têm a liberdade que só a noção da vida pela frente pode provocar. Apesar de poderem ser uns sacaninhas com as catraias da idade deles, que ainda mascam pastilha elástica de boca aberta e cujo corpo ainda mal se assemelha ao de uma mulher, connosco existe uma espécie de quase reverência. Agradecem-nos porque os fazemos sentir homens, porque lhe apuramos o sentimento macho e os ensinamos na nobre arte de agradar a uma mulher. Agradecemos-lhe o prazer e a intensidade, e sobretudo a importância que adquirimos naqueles momentos, onde só nós interessamos. É uma troca perfeita e justa, intensificada pelo final à vista.

Se ao menos outras coisas fossem assim tão simples...



PS: dedicado à minha Beckx, que sabe melhor que ninguém do que estou a falar...


Segunda-feira, 14 de Agosto de 2006
The Princess is a Tramp
Como sou uma princesa do mais puro sangue azul tenho toda a propriedade, pujanca e caganca para dizer estas coisas: o Mel Torme e o Sinatra escreveram esta musica a pensar aqui na yours truly. Em dias como de hoje, em que falamos com os amigos na Comporta e em Moledo, que se esticam ao sol enquanto por aqui o Outono ja espreita, da me assim uma nostalgia paquidermica. Mas como nao ha tempo para essas minudencias, ligo o Sinatra no cantante, abro um Quinta da Bacalhoa, courtesy de um coracao generoso, subdito aqui do Palacio, ergo o copo a minha saude, e sorrio.

Apesar dos pesares, lucky me...

Um premio a quem melhor souber decifar o subtexto desta musiquinha. Ca vao as letrinhas...



The lady is a Tramp

She gets too hungry, for dinner at eight

She loves the theater, but doesn't come late

She'd never bother, with people she'd hate

That's why the lady is a tramp

Doesn't like crap games, with barons and earls

Won't go to Harlem, in ermine and pearls

Won't dish the dirt, with the rest of those girls

That's why the lady is a tramp


She loves the free, fresh wind in her hair

Life without care

She's broke, but it's o'k

She hates California, it's cold and it's damp

That's why the lady is a tramp


Doesn't like dice games, with sharpies and frauds

Won't go to Harlem, in Lincolns or Fords

Won't dish the dirt, with the rest of those broads

That's why the lady is a tramp


I've wined and dined on mulligan stew,

and never wished for turkey.

As I hitched and hiked and grifted, too,

from Maine to Albuquerque.

Alas, I missed the Beaux-Arts Ball, and what is twice as sad:

I was never at a party where they honored Noel Ca'ad.

But social circles spin too fast for me;

My Hobohemia is the place to be…..


I get too hungry for dinner at eight, I like the theatre but never come late.

I never bother with people I hate: That's why the lady is a tramp.

I don't like crap games with Barons and Earls,

Won't go to Harlem in ermine and pearls.

Won't dish the dirt with the rest of the girls:

That's why the lady is a tramp.


I like the free fresh wind in my hair, life without care:

I'm broke, it's oke.

Hate California, it's cold and it's damp:

That's why the lady is a tramp.


I go to Coney - the beach is divine.

I go to ball games - the bleachers are fine.

I follow Winchell and read every line:

That's why the lady is a tramp!

I like a prize fight that isn't a fake.

I love the rowing on Central park lake.

I go to opera and stay wide awake:

That's why the lady is a tramp!

I like the green grass under my shoes, what can I lose?

I'm flat! That's that! I'm all alone when I lower my lamp:

That's why the lady is a tramp! Don't know the reason for cocktails at five.

I don't like flying - I'm glad I'm alive.

I crave affection but not when I drive:

That's why the lady is a tramp!

Folks went to London and left me behind.

I missed the crowning - Queen Mary didn't mind.

Won't play Scarlett in "Gone With the Wind":

That's why the lady is a tramp!


I like to hang my hat where I please, sail with the breeze.

No dough - Heigh - Ho! I still like Roosevelt

and think he's a champ:

That's why the lady is a tramp.


Girls get massages, they cry and they moan –

Tell Lizzie Arden to leave me alone.

I'm not so hot but my shape is my own:

That's why the lady is a tramp!


The food at Rector’s is perfect, no doubt.

I wouldn't know what the Ritz is about.

I drop a nickel and coffee comes out:

That's why the lady is a tramp!


I like the sweet fresh rain in my face.

Diamonds and lace - no got, so what?

For Robert Taylor I whistle and stamp:

That's why the lady is a tramp!


Sexta-feira, 11 de Agosto de 2006
Carta Aberta as Rabudas da Vida ou Weekend Sillyness
Caras Beyonce e Shakira,

Espero que esta vos vá encontrar de saúde, que nós por aqui bem, obrigada.

Estava eu ontem a deambular pelos corredores do Palácio, de água das pedras na mão a tentar fazer a digestão de uns beagels de salmão com mirtilos que me trabalham imenso no estômago, quando dou de caras com os vossos novos vídeos. E olhem, como é que vos hei-de dizer isto...fiquei desconsolada...e quase cega, tal foi a velocidade com que as vossas ancas me entraram retina dentro.

Não me interpretem mal. Eu acho que vocês são umas miúdas porreiras, até bastante jeitosas e assim, mas não há necessidade de mostrarem isso de cada vez que a câmara aponta na vossa direcção. Até porque o mundo inteiro, inclusivamente o pessoal do Centro Helen Keller, já percebeu que vocês são boas, giras e dançam muito bem, pronto, não seja por isso, a malta sabe. Mas estes vídeos são um abuso, uma espécie de pleonasmo, aliás, vários, que se tornam contraproducente. Palavra que por momentos até pensei que estavam em ácidos....

Tu Beyonce, com aquela dança meio tribal, meio krumping, pareces a versão feminina do Shaka Zulu, mas em mau. E, repara, não há necessidade quando tens essa carinha laroca e umas mamas que são um espectáculo. Na realidade, as tuas curvas, se abanadas mais suavemente, fazem panascas convictos ficar de pau feito. Não te entendo miúda. Mas tu lá saberás.

Quanto a ti Shakira, ditto. Com uma agravante: tu sabes que tens um problema de mau gosto crónico, não sabes? (e tu Beyonce, atenta nisto que também não te faz mal nenhum...) Aquela coisa dos lenços à cintura e das pinturas no corpo...meu Zeus....pior que isso só as T-Shirts da Puca...mau, mau, mau...

Enfim, a minha questão é só esta miúdas: vocês têm atributos que cheguem para não precisar de os mostrar todos de uma vez. No vosso caso, less is more. Cantem, dancem, mostrem-se, mas este vossos vídeos roçam o mau gosto precisamente por serem um pouco over the top.... Não porque apela ao sexo de uma forma que faz esquecer tudo o resto (o que, como já disse, vocês não precisam...), mas porque é ridícula a forma como nos mostram, como se ainda não tivéssemos percebido, até que ponto Zeus foi generoso convosco. Logo vocês míudas, que meteram as curvas na pauta com um despudor corajoso, numa altura em que cool era ser esquálida e andrógina. Estão na perceber miúdas?

Olhem, apareçam para jogar Monopólio. Ainda cá têm os tupperwares que trouxeram da última vez.

Beijos da princesa


Quarta-feira, 9 de Agosto de 2006
Sissi Responde - O Tamanho
Sabendo que as terminações nervosas que transmitem prazer sexual acompanham não mais do que 10 a 12 centímetros da vagina, porque razão hipervalorizam as mulheres um pénis de grandes proporções? Ou será esta pseudo-preferência apenas um mito urbano masculino e as mulheres estão de facto um passo à frente e valorizam pragmaticamente aquilo que é o saldo de prazer que lhes adoça o resto do dia (ou da noite) e que, dizendo-me a experiência que os mais fantásticos orgasmos femininos são clitorianos, até um eunuco sabiamente treinado lhe pode proporcionar?

Repare, o que gostaria de obter é a visão feminina da questão. Sei que existem exemplares do género masculino que não evoluíram para além da rapidinha, sem preliminares e sem qualquer preocupação pelo efectivo prazer da parceira. Também sei que estes, estatísticamente, poucas oportunidades têm de repetir a dose, a não ser que tenham um historial de boas performances que possam invocar em sua defesa.

Em resumo, pensa que os favores femininos vão em primeira instância para os sobredotados (independentemente de serem ou não competentes no uso do previlégio que a natureza lhes concedeu) ou preferem racionalmente os
especimens menos exuberantes, porém mais capazes de lhes transformar o sangue em manteiga?

Execelentissimo Súbdito devidamente identificado


Estimado Súbdito,

Quando me colocam a questão dessa forma, assente na aleatoriedade com a Natureza decidiu brindar o tamanho do Falo, respondo imediatamente que sim. O tamanho interessa, como não são despiciendas a grossura, textura e beleza. Todas elas características com que Zeus decidiu brindar o homem sem lhes mostrar, em primeira instância, o cardápio.

O tamanho é importante nos seus extremos pelos efeitos colaterais. Se demasiadamente pequeno, rapidamente o homem se apouca, ferido de morte na sua virilidade. Se obtusamente grande, poderá deixar escapar algumas mulheres que não estão para sentir o que, suponho, serem as duras penas do parto, de cada vez que o desejo espreitar. O que interessa, verdadeiramente, é o que se faz com o tamanho com que os genes vos brindaram. E aqui sim, o peso da coisa viaja do lado inato da Natureza para o saber de experiência feito.

Pessoalmente, não sou adepta de grandes piças. O meu desenho interno é pequeno e não privilegio a dor em contexto algum. Como tal, de cada vez que tenho a sorte o engenho de sacar alguém, rezo para que tenha uma piça, sobretudo, ladina e trabalhadora, pragmática e incansável, generosa e eficaz. Mais interessada em perceber o que me faz titilar que uma qualquer outra que se faça valer da compleição física como atributo único.

Não encontrei muitas mulheres para as quais o tamanho fosse um requisito absolutamente vital. Acho que o concurso «Quem Tem a Piça Maior» é coisa de macho que desemboca em lutas de galos e aturada observação em balneário de ginásio. O tamanho interessa-vos, sobretudo, para as vossas próprias conclusões e construção de auto-estima masculina. Faz parte, eu entendo. Só não percebo é porque razão insistem em dizer que se preocupam por nossa causa...


Segunda-feira, 7 de Agosto de 2006
The Hunt
Há coisas que eu, com quase 32 anos, devia ter percebido.Os lustros que a vida me deu já me permitiram entender que o sol faz sempre o mesmo trajecto, o rio caminha para o mar e as mulheres nunca se devem tornar caçadoras.

Venha quem vier, digam o que quiserem. Por mais que os homens se expliquem e afirmem com a força de um vento glaciar que gostam de ser conquistados, há um botão qualquer dentro da sua intrincada teia social que os impede de progredir relaxadamente perante a investida de uma mulher. E este facto, para a vossa princesa, é insofismável.

Anos de apurada técnica e muitas épocas de acasalamento depois, permitem-me concluir que se quero arranjar um macho para me aquecer os reais chispes, o melhor a fazer é ficar quieta e sossegada. Contrariamente a todas as teorias feministas de evolução do papel da mulher e de forma inversa à dinâmica das sociedades modernas, no que respeita à procura do parceiro, o grelame tem que ficar impávido, sereno e, de preferência, calado.

Porque se o grelame se mexe muito e agita as águas, o machame foge, em protesto pela inversão de papéis. Sim, porque, no fundo, quem somos nós para alterar a Ordem Natural das Coisas, essa lei que tem tão de empírica como de estupidamente eficaz? Porque diabos havemos nós, gajas, de roubar o feudo aos servos da gleba, habituados a cortejar a dama desde tempos imemoriais? O que procuramos nós, modernas, malucas, doidas, em reclamar para nós um contorno que não nos pertence? Simples: queremos que vocês, gajos, se mexam, de preferência antes que a menopausa nos chegue e a lei da gravidade nos atinja em cheio.

Desde que a proactividade deixou de ser um vocábulo dos livros de Gestão e se instalou na mente e quotidiano feminino, parece que o mundo ficou do avesso. Nunca como hoje, homens e mulheres se encontraram tão desencontrados. O jogo do gato e do rato é o eleito para a conquista e se antes o mundo era dos espertos, hoje ele é dos jogadores. E por isso continuamos a viver na esfera dos homens. Nós gajas, com todas as nossas especificidades, vivemos dias mais simples. Conhecemos, queremos, vamos. Os verbos masculinos são outros. Conhecemos, queremos, esperamos. E nos raros momentos em que actividade impera do lado macho, um movimento em falso do grelame deita tudo a perder.

Obviamente que entendo que há várias vontades a ser respeitadas. Que as pessoas não querem as mesmas coisas ao mesmo tempo e que isto e aquilo e yada yada. Mas deixem o Mantorras jogar!!! Se não querem cortejar, deixe-se cativar. Se não querem mexer-se, deixem-se seduzir. E se estiverem a gostar, assumam e retribuam. Ofereçam o puderem. Mas, por Zeus, guardem as conisses várias para outras batalhas. Que isto não precisa de ser guerra alguma.

publicado por sissi às 16:43 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

 
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