Terça-feira, 24 de Novembro de 2009
Sissi no METRO - Anal

A minha mulher recusa-se a fazer sexo anal. Já lho pedi várias vezes, explicando que é importante para mim, que gosto muito. Mas ela nega o meu pedido argumentando que é desconfortável e não quer sequer ouvir falar do assunto. O que posso fazer para a convencer?

Caro Leitor,

Antes de mais, deixe-me que lhe diga que não está sozinho nessa demanda. Há muito macho por aí que partilha da sua preocupação e vê goradas as suas tentativas diplomáticas de convencer as suas queridas que o sexo anal é bom e deseja-se. Porém, das duas, uma: ou os esforços que envidam são apenas verbais, esquecendo toda a preparação inerente às primeiras vezes de entrada traseira, ou a rejeição é total e, nesse caso, mais vale esquecerem. Mas sejamos optimistas e pensemos na primeira hipótese. Se o caso é falta de preparação, menos mal. Mas convença-se o sexo anal implica cuidados e procedimentos diferentes. Antes de mais, muito preliminar na zona a ser trabalhada. Muita língua, dedo e lubrificante, por forma a distender e relaxar a área e excitar a parceira. De resto, não se esqueça também que, apesar de as zonas erógenas estarem localizadas em zonas diferentes do corpo, o prazer sente-se como um todo, logo, agarre nas mãozinhas e dedique-se, com afã, a proporcionar a sua mais que tudo, um poutpourri de sensações, um pouco por todo o lado, mesmo que o alvo seja o traseiro. Muito beijo, muito amasso, muito querer, que é disso que nós gostamos. Muito importante, também: um bom lubrificante, ou mesmo a clássica vaselina, já que a lubrificação nessa zona não é imediata. E depois, é escolher a melhor posição e ir tentando, devagarinho, deixando que seja ela a comandar as operações, e sem nunca se esquecer de lhe estimulando o clítoris, a piéce de resistance de qualquer actividade sexual feminina. O sexo anal pode ser a melhor e a pior coisa do mundo. Cabe-nos a nós escolher.

 

Grazie a tutti. E a frutti também. Mais missivas para princesa-sissi@sapo.pt

 



publicado por sissi às 16:56 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Comentários:
De Sofia a 25 de Novembro de 2009 às 10:22
O anal não é para quem quer, é quem para quem faz por merece-lo.


De ZOT a 26 de Novembro de 2009 às 08:26
O que fazer para a convencer? A velha piada dizia que o melhor era prometer-lhe um "Andar Novo".

A verdade é que nem todas gostam de serem "empacotadas". Claro que tudo depende do artista, mas tem muito a ver com a predisposição e o calor da noite. Quando se a faz chegar ao rubro, com jeito e sentido de oportunidade, consegue-se. Se a sessão for mediana, ou do tipo atar e por ao fumeiro, mais vale esquecer porque também nem vai ser grande coisa para o macho, e pode haver o risco de não se conseguir repetir a façanha por muito tempo.

Quanto ao comentario anterior, "é para quem merece", cheira-me um pouco a chantagista. Se te portares bem tens o que queres, se não te portares... Nos não somos como as focas, que so fazem os truquezinhos para depois receberem o peixinho. E se a coisa for bem feita como explica a Sissi, as mulheres ficam a ganhar com o negocio.

Na minha maneira de ver as coisas, quando consigo conquistar esse territorio e de maneira apreciada, a minha atração por ela aumenta consideravelmente, não so porque mostrou grande confiança nas minhas habilidades, como se mostrou receptiva a levar os limites da nosso prazer muito mais além, e isso é fundamental para que as nossas fantasias sexuais fiquem a girar em torno dela.

Cumps


De Anónimo a 26 de Novembro de 2009 às 11:28
Noto aí uma mudança? Num post anterior terá dito qualquer coisa como "Levar no c* não é para mim a melhor coisinha do mundo", admitindo agora que poderá ser. É isso? Parece-me saudável.

Andralho


De Osvaldo Frederico Pires a 27 de Novembro de 2009 às 11:24
Pela primeira vez estou completamente de acordo com a Sissi. Pelas suas palavras parece que existe muita experiência nessa zona. Como sou de origem serra-leonesa, só consegui esse tipo de experiências na minha terra, porque a mulher portuguesa tem muito medo de ser entalada/empalada. Seja como for, parece-me ser mais fácil convencer a mulher africana a escolher essas práticas porque elas foram dotadas de características propicias a alojar o naco.


De Anónimo a 27 de Novembro de 2009 às 12:05
"elas foram dotadas de características propicias a alojar o naco."

É pá, confesso que me perdi.


De Rodolfo Dias a 27 de Novembro de 2009 às 12:38
Osvaldo, concordo inteiramente consigo. Sou também de origem Africana e também por experiência própria, a mulher africana está mto mais vocalizada para testar o tremómetro à rectaguarda. Mas devo dizer que há mulheres portuguesas doidinhas para tirar a temperatura com tremómetros grandes. É uma questão de procura e paciência.


De NN a 28 de Novembro de 2009 às 09:49
TREmómetros?
VOCALIZADA?

Caneco, se querem usar linguagem figurada, ao menos acertem na mosca (isto também é uma metáfora, ó eruditos da performance - e esta é um galicismo).

TERMÓMETROS
VOCACIONANA

ai, a vocalizada é de chorar. Espero que faças essas habilidades todas que referes CALADO. MUDO.


De NN a 28 de Novembro de 2009 às 09:51
É tão mau que me pões a mim a escrever mal. Isto pega-se

VOCACIONADA
VOCACIONADA
VOCACIONADA

Que é tudo o que uma mulher não fica quando lê estas coisas. Aprendam, vá.


De NN a 28 de Novembro de 2009 às 09:58
Pronto, OK. Performance não é galicismo. Que mania dos francius.

É estrangeirismo na mesma, de origem britânica.

Para o caso, não fará grande diferença.


De anónimo a 28 de Novembro de 2009 às 21:40
NN, o rodolfo pode ter razão quanto à vocalização. Paece que algumas, na altura, libertam sons mais ou menos gaseificados.


De NN a 28 de Novembro de 2009 às 22:19
Bufas? Hehehe, essa é boa. Vocalização anal. Não será antes verbalização rectal?


De anónimo a 29 de Novembro de 2009 às 21:07
NN, esta discussão está a ficar demasiado intelectualizada. Salvo melhor opinião, as bufas têm fraca sonoridade, inclino-me mais para os lados do peidinho, tás a ver?


De NN a 29 de Novembro de 2009 às 21:22
Desde que saibam o que estão a fazer, e quem ambos estejam preparados para o que der (mesmo os puns) e vier (mesmo os sólidos), corre bem de certeza.

O diabo é que há por aí muita gente a querer fazer estas e outras habilidades e nem fazer a mais leve ideia de por onde começar. Ou então, a fazer tudo à matroca (ou à matraca) e a achar-se o máximo, sem perceber por que é que não há sequela. É o tal espírito de abnegação do mulheredo. Em vez de sermos sinceras e dizermos logo "é que é assim... querido... as tuas intenções são as melhores... costumas ser tão jeitosinho... mas olha... agora só me vês outra vez pelas costas no dia em que fizer a malinha, topas?". Ou, mais sinceramente ainda: "O teu anal é uma desgraça" (seguido de um fraterno aperto de mão).


De ZOT a 27 de Novembro de 2009 às 13:36
tremometros grandes? andam por aqui elefantes ou Q? que eu saiba não estamos na Asia!?...


De Riccardo! a 27 de Novembro de 2009 às 20:50
Meus senhores, minhas senhoras, boa noite. Africanos, seus grandes doidos... Zot continuas lá, companheiro!


Cumprimentos.


De joão ratão a 28 de Novembro de 2009 às 01:37
"Cabe-nos a nós ... " altezíssima, gostei o gostado.

Nunca esquecer as paredes-meias. Dar prazer à krida pressionando o "barrote" na parede vizinha do outro canal. É de ir às lágrimas para os dois.
Experimentem.


De Rui a 13 de Dezembro de 2009 às 09:13
A propósito da prática de sexo anal, a minha namorada inicialmente tinha um certo receio mas, com muita calma e paciência, há uns anos decidiu experimentar e a partir daí começou a ser o "prato" preferido dela. Sempre que fazemos recorremos ao uso de vibradores para a dupla penetração e, muitas vezes, tripla penetração, sendo que é o meu e um vibrador na cona e outro vibrador no rabo. Ela adora e vem-se com muita facilidade. Quem ainda não experimentou, não sabe o que está a perder.


De L. Silva a 15 de Dezembro de 2009 às 18:22
Viva,
Penso que a questão principal passa por transmitir/demonstrar á parceira confiança, que ela é amor da minha vida, que vou ser meigo durante o sexo anal, de ela sentir que pode dar-me o “rabinho” pela primeira vez, esta é uma etapa que leva seu tempo. A mulher tem que se sentir amada, desejada. Temos que ir brincando e seduzindo com a situação de lhe comer o rabo! "...deixa-me passar a lingua no Cuzinho?!" "..deixa-me louco com esse cuzinho. Deixa-me roçar o Zé!?..."
Com o clima criado podermos ir trabalhando aquela zona durante a actividade sexual. Com muita lingua (lubrificando) meto 1 dedo aos poucos. Estimulo o anus e observo as reacções dela.
“Preparar o terreno” para um assalto em ambiente proprio. A pior coisa é tentar fazer tudo num só dia!
O ambiente romântico é importante...umas velas, uma musica, (sem TV), uma boa bebida ajuda a relaxar.
É mau a mulher ter frio. Fica contraida, não relaxa, não tem prazer.(O normal da coisa...)
No sexo anal é necessário ter cuidados de higiene(partes genitais bem lavadas, depois de penetrar no rabo não penetrar na vagina - seja dedos ou o penis, unhas limpas cortadas e limadas...lingua afinada!)
“A atitude correcta do homem é ser meigo...massagens com oleo ou creme para relaxar...”
Nas primeiras vezes, uso muita lingua, um bom lubrificante (KY-Gel ) estimulo o clitoris (dedos, lingua...)...as posições são as mais cómodas para ela; deitados de lado ou de 4 (cansana). Começo por colocar 1 dedo e estimulo o anus rodando. Com o pénis bem lubrificado encosto a cabeçinha do pénis ao anus e com movimento de cima para baixo (ajudando pela mão) penetro apenas a cabeçinha e fico quieto. Observo-a!
Deixo passar algum tempo para o anus dilatar e habituar-se á presença da cabeçinha. (Nesta fase existe mulheres que tentam voltar atrás, para retirar. Não vamos ser brutos, podemos deitar tudo a perder no futuro.) Volto ás massagens e caricias pelo corpo (e clitoris) para que ela relaxe e o anus dilate. (Uso um pouco de lubrificante e espalho suavemente pelas costas...relaxa.) Só com anus dilatado e aos poucos... devagar vou faço pequenos movimentos vai-vem no sentido de colocar mais uns 2 ou 3 dedos do penis. (Quando ela sente alguma dor ou ador paramos, Coloco mais lubrificante, volto ás massagens e começo por colocar a cabecinha novamente.... )
Depois deixo ela assumir temporariamente o comando... fico quieto a acariciar o corpo enquanto ela faz o movimento a seu belo prazer. Caso contrario faço eu o movimento devagar. Até ela ter prazer, depois digo a ela olha para mim enuanto o dou mais movimento não exagero.rque afinal é a 1ªvez dela. (Demonstro que tou doido com a situação...)
(Nota: Por vezes é mais dificil,.... e é necessario ir com mais calma, colocar lubrificante mais vezes, fazendo caricias.)


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