Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Sissi no METRO - sex toys

Querida Sissi,

Tenho 42 anos e sou solteira. Dado que não concebo a ideia de sexo por sexo, a minha vivência nesse plano passou, em grande escala, pelo uso de sex toys como forma de satisfação, sempre que não tinha namorado. Há dois meses conheci um homem maravilhoso que me arrebatou e hoje vivemos uma relação saudável. Excepto quando tento incorporar os ditos sex toys na nossa relação sexual. Ele recusa-se a aceitar por pensar que tudo o que ele me dá não me chega. Já tentei falar com ele várias vezes mas ele recusa-se a ouvir-me. Que fazer?

Cara leitora,

Explicar a um homem que o prazer a solo nos é tão importante quanto o prazer em estéreo pode ser uma tarefa complicada. Nem sempre os homens entendem que nós, mulheres, podemos ter uma sexualidade que vai para além dos limites de uma relação ou de um companheiro. A masturbação, exemplo clássico, é a melhor forma de conhecermos o nosso corpo e nos providenciarmos prazer, e é uma prática que nem sempre implica a presença de outrem. Quanto ao seu caso, fiquei sem perceber a verdadeira importância dos sex toys na sua relação íntima: usa-os porque se habituou a isso ou porque fazê-lo potencia o seu prazer? E porque razão o seu namorado se recusa a sequer falar no assunto? Há aqui detalhes importantes que faltam. No entanto, parece-me que o mais prudente será, se a importância dos objectos sexuais for, de facto, imensa, tentar perceber porque razão isso choca o seu namorado. E quando perceber isso, explicar-lhe que ambas as práticas (a sexual, propriamente dita, e a dos sex toys) só contribuem para uma vivência a dois mais plena de satisfação. Mas se, de facto, o uso de brinquedos sexuais se inscrever mais num patamar de hábito antigo que numa premência actual, tente entender, de todo o modo, o que afecta o seu namorado, mas não faça finca pé.

Maneiras que é isto. Em querendo deitar no divã, favor mandar mail para o Correio da Princesa, mesmo aqui ao lado. ENJOY!

 



publicado por sissi às 13:39 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Comentários:
De NN a 28 de Outubro de 2009 às 17:58
"(...) não concebo a ideia de sexo por sexo (...)"

Perdi-me logo no raciocínio da cara leitora na primeira linha que escreveu. Parece-me que, quem escreveu a carta, foi o próprio namorado, e que anda com vontade de inserir (inserir, neste contexto, é muito oportuno) brinquedos na relação com a incauta quadragenária (já somos duas, nada contra!), pelo que resolveu escrever a sondar opiniões. Ou, em desespero de causa, mandou um S.O.S. porque ela não desiste de ir à gaveta quando ele está na sua melhor performance.

Agora, assumindo que foi mesmo a leitora de 42 anos a escrever, continuo sem perceber o raciocínio de quem não concebe a ideia de sexo pelo sexo e passa anos da sua vida a praticar sexo puro e duro sozinha, num exercício desenfreado de auto-estima (?) ou na saudável satisfação de um instinto animal... mas que, mal se apanha com um companheiro real, quer continuar virada para o seu umbigo e, naturalmente, a não praticar o sexo pelo sexo...? Mas há ou não há sentimentos envolvidos? É que, havendo, e aí não há sexo por sexo, não faz sentido insistir numa nota constrangedora para o parceiro. Não havendo, então há sexo só e unicamente. A tal ideia inconcebível.

Confuso? Pior fiquei eu...


De Meticuloso a 30 de Outubro de 2009 às 02:28
Vá lá saber-se o que passa pela cabeça das meninas quarentonas ou dos "meninos". Balzac é que percebia
da coisa.
Nunca gramei celebridades, mas de trintonas ou quarentonas, são só mimos... Da docinha Susana Félix
também gosto.

Kissss a todas.


De Óscar Delgado a 9 de Novembro de 2009 às 17:27
Sinceramente parece-me que esse namorado é um careta. É óbvio que brinquedos na cama ajudam a aumentar o prazer.

No outro dia eu e a minha esposa decidimos variar e fizemos sexo com o auxilio de material de escritório (ela roubou lá do escritório).

Primeiro agrafei-lhe os mamilos e ela gemia de prazer. Depois ela, a danadinha, espetou-me três pioneses na glande. Poder-se-á dizer que gritei com uma GLANDE dor.

Começamos a meter carimbos um no outro e quando deu por mim, estava a levar com o selo branco no grande Zé. A minha sorte é que bem achatadinho também lhe deu uma magnífica onde de prazer carnal.

E por aqui me fico. Para a semana volto com um texto sobre sexo com brinquedos do talho.

Um grande bem haja.


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