Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009
Sissi na FHM - The Office

 

Não há combinação que melhor represente a alegria no trabalho que umas boas foeiradas mandadas na colega do lado. Nada nos deixa mais enérgicos para enfrentar o trânsito matinal que a certeza que, horas depois, o escritório estará impregnado do fedor a engate. E quem inventou a frase «trabalho é trabalho, conhaque é conhaque» trabalhava, seguramente, sozinho. E era parvo. Porque quando dominamos com mestria as importantíssimas regras de convivência profissional no que ao sexo diz respeito, retiramos prazer na labuta em muito mais que uma vertente.
É claro que exercitar o baixo-ventre no local de trabalho comporta riscos. Uns mais embaraçantes que outros, sobretudo se pensarmos que a tesão e a vontade nem sempre fazem com que valha a pena o risco. Muitas vezes, a gaja boa do departamento de vendas que tem um ar de cama que vai daqui até Pequim é, na realidade, uma freira Carmelita no que toca às artes do sexo. E depois de ajoelhar e rezar uma novena mal parida, já não se volta atrás. A partir desse momento seminal, a troca de fluidos já vos rotula.
Por isso vos digo, Estimados Súbditos, sexo no local de trabalho é, literalmente, um pau de dois bicos. Porque se, por um lado, é excitante e melhora substancialmente o nosso empenho laboral, por outro, o risco de uma situação desconfortável é razoável com a agravante de termos de conviver com ela diariamente. Uma vez aqui chegados, e antes que o marsápio faça as vezes dos neurónios, perguntem-se: será que eu quero mesmo comer a mamalhuda do escritório? Quererei assim tanto visitar o armazém do economato, depois do horário do expediente? O meu conselho é simples: ou a colega é a encarnação mais perfeita da Afrodite, invadindo-vos o espírito dia e noite, ou então não vale a pena. O risco é demasiado grande para ser só boa aqui ou ali. Se é grelame universalmente bom, vamos embora. Se não, mais vale apontarem noutra direcção. Como por exemplo, a porta de outro escritório que não o vosso.


publicado por sissi às 01:50 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Comentários:
De Anónimo a 5 de Fevereiro de 2009 às 06:19
adorava conhecer-te?


De ice_man1977 a 5 de Fevereiro de 2009 às 06:23
adorava praticar contigo o teu desporto favorito.
beijos doces


De ne a 16 de Fevereiro de 2009 às 01:23
eu tb adorava conhecer-te pareces ser muito interessante.
Diz algo
para combinarmos marcar um encontro
ice_man1977@hotmail.com


De Desire a 5 de Fevereiro de 2009 às 09:08
Perigosíssimo! MAs, excitante q.b.
Beijos prometidos


De Lúcio a 5 de Fevereiro de 2009 às 09:55
Sobretudo quando a relação acaba, aí então, cara princesa, é a vida negra e o emprego em risco.

Bom dia


De Tiago a 5 de Fevereiro de 2009 às 13:45
Palavras incrivelmente acertadas...

Já estive dos dois lados, e se com a mamalhuda do sitio não valeu a pena... Com a Afrodite a história é outra, completamente diferente...



De Stephen King a 5 de Fevereiro de 2009 às 17:59
Dá asneira.
Cedo ou tarde, dá asneira, que é directamente proporcional à pica que dá... o que, claro está, é um problema :)


De Zé Albernaz a 5 de Fevereiro de 2009 às 18:25
Cara Sissi, perdoai-me antes de mais a ausência prolongada.
Trabalho é trabalho e conhaque é conhaque. A frase não é menos acertada por haver uma Blake Lively no escritório. A dita Blake é apenas a excepção que confirma a regra. Meter-se em trabalhos menos profissionais no recinto profissional dá sempre merda! É fantástico, há sempre alguém que não se sabe como soube e comentou com o cona de sabão da contabilidade que supostamente não possui o dom da palavra, mas é primo em 58927º do patrão e foi-lhe contar. Resultado? Foda, no mau sentido.
Não me foda cara princesa...!

Cumprimentos.


De star a 5 de Fevereiro de 2009 às 18:27
é sempre a adrenalina no seu auge...
por mim: nada contra...pelo contrário: tudo a favor ;)


De anonimo a 5 de Fevereiro de 2009 às 21:58
clara


De GrutaNaLua a 6 de Fevereiro de 2009 às 14:15
EU


De clea a 5 de Fevereiro de 2009 às 22:55
Eu não arrisco. Nunca se sabe no que vai dar. No trabalho só se fosse uma paixão incontrolável. Felizmente, nunca me aconteceu.
Há tantos locais de recreio inexplorados...


De João a 6 de Fevereiro de 2009 às 12:46
No local de trabalho, foder só mesmo se for a patroa, se forem colegas mais vale esperar pelo final do dia e levar pra outro local qualquer, pois no dia de amanhã não se sabe no que vai dar...
Já com a patroa só há duas hipoteses, uma com muita foda, outra é com a carta de despedimento!!!
Beijos Sissi


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