Quinta-feira, 5 de Julho de 2007
Apre!
Vamos cá ver uma coisa que eu devo andar a comer palavras ou ideias...

Eu NUNCA disse que não ia trabalhar. Eu NUNCA disse que queria um gajo que me pagasse as contas para eu poder passar o dia a coçar a micose. Eu NUNCA disse que perfeito, perfeito era encher o meu qutidiano de grandes nadas e passear em nenhures. A UNICA coisa que disse foi que gostaria de arranjar um tipo porreiro que me sustentasse, pagasse, as contas do quotidiano caseiro e das férias de luxo enquanto eu me dedico a fazer cursos em Barcelona e em Londres e a desenvolver as respectivas àreas de estudo, a comprar livros como quem bebe água e a não me preocupar se a EDP já cortou a luz ou se as acções da REN subiram ou desceram. Não nasci para isso, percebem?

Não percebo qual é o espanto sendo que, na minha geração, e em quase todas as famílias que conheço, era o pai quem pagava as contas maiores, era ele o provider financeiro, enquanto à mãe eram deixadas outro tipo de tarefas. O que preconizo é um meio termo. Como não vou ter filhos dedico-me às tarefas do intelecto, do coração e do corpo, enquanto que o cargo de provider financeiro continua no lado macho.

Há algum espanto? O valor do trabalho está bem definido na minha escala de valores. Vem logo a seguir ao da liberdade, em segundo lugar na tabela, a anos-luz dos restantes. Não querer preocupar-me com uma merda que ninguém quer, e pretender dar a outrém essa tarefa, é uma coisa. Não trabalhar é outra.

Troco de bom grado as teorias feministas e o suposto orgulho que devemos ter por uma vida financeiramente despreocupada, neste particular - e façam-me o favor de não extrapolar a partir desta frase porque é demasiado rasteirinho...

Bons tempos em que às mulheres ainda lhe era permitido serem mulheres sem que viesse o jugo moralista cortar o bem bom. Mas isto sou eu. Cada um que faça o que quer.

Estamos entendidos?
Apre!

PS- hei-de postar sobre o engolir assim que me apetecer. Ou seja, em breve.

publicado por sissi às 15:46 | link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Comentários:
De Xena a 5 de Julho de 2007 às 16:21
Eu entendi à primeira...


De sissi a 5 de Julho de 2007 às 16:36
My dear,
não tenho a mínima dúvida.
bjs


De Fedrik de Hannover a 5 de Julho de 2007 às 16:57
o problema é que normalmente o provider quer ter prole.
E aí já a princesa não serve.

Ser princesa tem obrigações ou não sabia....


De sissi a 5 de Julho de 2007 às 17:11
Estimado Hannover,
os princípes querem todos prole? Mesmo os modernos? Isso é científico?
Cumps


De Menhir a 5 de Julho de 2007 às 17:41
Alteza,
mai nada... e quem fala assim não é gago.
também já tinha percebido, só quis realçar a dificuldade em encontrar quem corresponda às preferências que lhe são conhecidas de posts anteriores.
quanto à prole, mais um para o clube.
Bjs.


De peidalhaço a 5 de Julho de 2007 às 20:39
Quando tiver estatuto de provider ,caso-me com a princesa,ou melhor casar é uma seca,"ajunto-me".......


De Cláudia a 5 de Julho de 2007 às 20:55
Cada um faz o que quer. Cá eu preferia que alguém se casasse comigo porque eu era a provider. Sempre disse que em vez de casar com um homem rico, preferia que alguém casasse comigo porque eu era rica. Uma situação bem mais confortável. Como não nasci rica tive a sorte de gostar de trabalhar duro.

Felizmente não somos todas iguais. Eu detestava ter um homem a pagar-me as contas e preferia ter q preocupação de chegar ao fim do mês sem saber se as podia pagar. A depender de um homem.

Sou feminista e tenho que admitir que não gosto muito deste pensamento da Sissi.

Mas concordo numa coisa. Nem todos os homens querem ter prole e não devia ser uma coisa que tivessemos obrigação de proporcionar aos homens para que nos considerassem para parceiras.


De Maria.pekena a 5 de Julho de 2007 às 21:22
boa noite

pois é um direito k lhe assiste. sao perspectivas de vida, k aliás acho de cariz mto prático.
e verdade seja dita, a descendência real não lhe daria outra alternativa :))))
continuação de bom trab... e de cursos


De pestinha a 6 de Julho de 2007 às 13:42
Querida Cláudia (será que tem cas?)
Peço desculpa mas não aguentei e o estertor é demasiado....a menina não é feminista. A menina é machista, falta-lhe é a pilinha.


De Poppy a 6 de Julho de 2007 às 13:48
LOLLLLLLLLLLLLL pestinha!!! Tal e qual!!!!!


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